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    Domingo, Junho 4, 2006

    DE OLHO EM JUIZ DE FORA, KAK FALA `A REVISTA " PAUTA ECONMICA" do jornal TRIBUNA DE MINAS.






    Pr-candidato Kak Guilhermino avalia A MDIA, o governo Lula e os instrumentos para alavancar o desenvolvimento econmico da regio de Juiz De Fora - MG. 




    Jornalista experiente, nascido em Ub e radicado em Juiz de Fora desde 1974 com passagem pelos grandes veculos de comunicao do pas e um Prmio Esso na bagagem, Kak Guilhermino esteve nos ltimos trs anos em Braslia na assessoria especial da presidncia da FUNCEF (Fundo de Penso dos Funcionrios da Caixa) e agora est de novo em Minas para um novo projeto: pr-candidato a deputado federal pelo PT partido do qual foi um dos fundadores em 1980. Especializado em jornalismo econmico, defende o reaparelhamento do Estado com o fortalecimento das empresas pblicas estratgicas que no foram privatizadas pelo governo FHC como a Petrobras, Correios, Banco do Brasil, Caixa, Embrapa, Eletrobrs e Furnas entre outras. Enftico na avaliao do papel da mdia na crise poltica, critica as revistas semanais em geral que deixaram de ser noticiosas com anlises dos principais fatos para se transformarem em palanques eleitorais. "Lugar de posio poltico partidria no editorial, mas ao editorializar as reportagens esses veculos, alm de enganar os leitores, caminham para a perda de credibilidade, o que um desservio para a democracia", diz. Confira mais:

    Pauta Econmica: A mdia tem cumprido bem seu papel na cobertura da crise poltica?
    Kak Guilhermino: Os jornais dirios, em geral, tm divulgado mais fatos que anlises, o que correto. Mas h um descompasso no peso do noticirio. Tudo o que envolve o governo e seu partido, o PT, amplificado enquanto o que relativo oposio tratado com parcimnia. O mais grave, no meu entendimento, se d na cobertura das revistas semanais. Elas tm se primado por tomar posio poltico partidria na editorializao de reportagens, que se tornam tendenciosas. Isso enganar o leitor e um caminho perigoso rumo a perda de credibilidade, o que um desservio para a democracia. Lugar de posio poltica no editorial. Caso contrrio subverter a lgica em prol de interesses de grupos que no so, necessariamente, representativos da sociedade.

    Pauta Econmica: O que tem levado a esse comportamento?
    Kak Guilhermino: Antes, bom exemplificar para que as pessoas possam refletir com serenidade e sem paixo poltica cega. A edio da revista Veja que trouxe reportagem sobre supostas contas no exterior do presidente Lula e da cpula do governo um escndalo como no se deve fazer jornalismo. A revista admite no texto que no h provas nem indcios fortes, mas resolve publicar assim mesmo. Isso, para mim, a briga pelo poder. Parte da mdia est aliada a interesses de grandes grupos econmicos nacionais e estrangeiros. Eles trabalharam para derrubar o governo e continuam com esse objetivo.

    Pauta Econmica: Mas a liberdade de imprensa...
    Kak Guilhermino: A liberdade pressupe responsabilidade. No fizeram o dever de casa que era ouvir o outro lado, o princpio bsico de qualquer faculdade de jornalismo. Ganhei um Prmio Esso ao denuncia o esquema de extorso que envolvia o ento presidente da BR Distribuidora, general Albrico Barroso Alves. A srie de reportagem sempre foi documentada e ouvindo o outro lado. O que mudou? Quando houve a quebra ilegal do sigilo bancrio do caseiro Francelindo Santos Costa, a Veja fez uma reportagem indignada, mas no houve a mesma indignao no apenas da revista como tambm de diversos segmentos da sociedade quando a mesma Veja divulgou a quebra de sigilo bancrio e tambm fiscal do presidente do Banco Central Henrique Meirelles. E olha que ele foi eleito deputado pelo PSDB... AVeja mais parece a velha UDN do que qualquer outra coisa. bom lembrar que antigamente, no interior, havia sempre dois jornais, ambos partidrios, um da UDN e outro do PSD. Agora parece pior, pois todos esto na UDN um partido golpista e sem voto, como certa parte da mdia.

    Pauta Econmica: Mudando de poltica para economia, como foi trabalhar no terceiro maior fundo de penso do pas, com um patrimnio de R$ 22 bilhes?
    Kak Guilhermino: Foi um grande aprendizado. Como jornalista de economia sempre cobri o mercado financeiro, a rea de energia e os fundos de penso. Ento j era familiarizado com o tema. L, por indicao do presidente Guilherme Lacerda, tive a honra de participar de um grupo de estudos que discutiu com o empresariado o projeto que mais tarde virou lei, o das Parcerias-Pblico Privadas (PPPs). Os fundos de penso em todo o mundo, e no poderia deixar de ser diferente no Brasil, so instrumentos importantssimos para alavancar o desenvolvimento econmico com gerao de emprego e renda, alm de garantir uma aposentadoria digna a mais de 2 milhes de trabalhadores que hoje esto no sistema.

    Pauta Econmica: O que espera para o prximo governo?
    Kak Guilhermino: Nesse perodo tambm pude acompanhar os dados macroeconmicos e sociais do governo que nos permite assegurar que o pas ter no prximo quadrinio um crescimento muito superior ao verificado agora com maior distribuio de renda aliada reduo da desigualdade social.

    Pauta Econmica: Alguns setores acusam o governo Lula de ser uma mera continuidade de FHC na poltica econmica. Isso procedente?
    Kak Guilhermino: De forma alguma. Houve uma mudana de enfoque fundamental que foi a questo social. Quando o presidente Lula assumiu o governo a inflao projetada era de 30% ao ano. Este ano ela ficar abaixo de 5%. O risco Brasil beirava 2 mil pontos, hoje est na casa dos 200 pontos; o dlar que chegou a quase R$ 4,00 est a R$ 2,20 e ainda assim o pas bate recordes seguidos de supervits na balana comercial.E veja que o petrleo beira a casa dos US$ 70 o barril. Ao contrrio chegamos auto-suficincia do petrleo. Pagamos a conta com o FMI e reajustamos o salrio-mnimo em 75%. Isso no pouco.

    Pauta Econmica: Mas os juros esto muito elevados...
    Kak Guilhermino: Os juros esto altos, mas so muitssimo menores que na era FHC que gerou pouco mais de 700 mil empregos com carteira assinada em oito anos. Na metade desse tempo o atual governo ter criado 5 milhes de empregos com carteira assinada. Na rea social a Bolsa Famlia chegar a 11 milhes de famlias, que deixaro a condio de miserveis; os aposentados pela primeira vez tiveram reajustes acima da inflao, criou-se o crdito consignado com juros de, no mximo, 2% ao ms; houve a reduo dos impostos para material de construo civil; o programa moradia popular uma realidade; o Luz para Todos j chegou a mais de 2 milhes de famlias; a incluso bancria com contas populares sem cobrana de taxa para as pessoas de baixa renda j beneficiou mais de 6 milhes de pessoas; o crdito para a agricultura familiar que foi de R$ 2,3 bilhes no ltimo ano do governo FHC, chagar neste ano a R$ 9 bilhes e isso sem falar nas polticas que chegam tambm para a juventude.

    Pauta Econmica: Quais so essas polticas?
    Kak Guilhermino: Antes eu gostaria de dar alguns nmeros sobre a Bolsa Famlia em Minas. Temos quase 1 milho de famlias beneficirias e s a Bahia tem mais cadastrados que nosso estado. Por um lado pode parecer bom, mas a realidade que isso demonstra o imenso fosso social existente em nosso estado. Mas essa legio de excludos comea a ter cidadania. bom que se fique atento para esse dado. A poltica neoliberal de dficit zero, adotada aqui por Acio Neves (PSDB) e o choque de gesto de Geraldo Alkmin (PSDB) em So Paulo no se sustentam. Sem atacar firmemente as questes sociais, investindo em educao, sade e segurana, vamos ver repetir as cenas que chocaram o pas ocorridas em So Paulo e que a revista Veja curiosamente no deu capa... Na questo que envolve a juventude h o Pro-Uni que um projeto de concede bolsa de estudo integral em universidades particulares para estudantes com renda de at um salrio mnimo e de 50% para os que tm renda de at trs salrios. Sero 250 mil bolsas este ano e isso muito significativo. Alm disso, houve a criao de mais nove universidades pblicas; mais de 40 extenses universitrias; duas dezenas de cursos tcnicos profissionalizantes e um projeto ousado, o Fundeb, que aguarda aprovao no Senado. O Fundeb amplia o nmero de anos letivos, investe no ensino bsico e fundamental e abrange at a pr-escola; alm de investir na formao dos professores, melhoria dos salrios, equipamento para as escolas, com mais laboratrios, bibliotecas, cursos paralelos etc. A longo prazo isso pode ser a revoluo que far o pas dar o salto qualitativo para o crescimento sustentvel perene.

    Pauta Econmica: E o que o levou a disputar uma vaga na Cmara dos Deputados?
    Kak Guilhermino: Todo esse conjunto de conquistas precisa de aprofundamento e avanos. Fui estimulado por vrios companheiros, como o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini, o presidente estadual Nilmrio Miranda, o embaixador Tilden Santiago e outros. Esse governo tem feito muito. Acertou muito mais que errou e o mesmo acontece com o PT que tem inestimvel contribuio para a construo da democracia que vivemos.

    Pauta Econmica: Voc teme a cobrana dos eleitores?
    Os que erraram esto pagando na Justia comum ou na eleitoral e vo passar pelo crivo dos eleitores. Ns que s tivemos mandatos sindicais vamos buscar o resgate da cidadania e da esperana. No temos qualquer mcula em nossa vida profissional e sindical. Portanto, vamos para um processo de renovao do parlamento que essencial para a vida da democracia e a busca da justia social, esta, com a reeleio do presidente Lula.


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    Segunda-feira, Junho 5, 2006

    ENTREVISTA DA COLUNA CSAR ROMERO, do jornal TRIBUNA DE MINAS, de JUIZ DE FORA. MERECE SER LIDA. UMA LIO DE VIDA DE UM EMPRESRIO EMPREENDEDOR.

    Jovino Campos Reis
    Diretor do Bahamas

    A trajetria de Jovino Campos pode at parecer histria de pescador, mas est a para a cidade ver. De uma venda no bairro Santa Luzia nasceram as 19 lojas do grupo que, por enquanto, atua em Juiz de Fora, Viosa, Ponte Nova, Cataguases e Ub. que este pescador quer a rede ainda mais cheia e anuncia que sua meta fazer do Bahamas o 10 maior supermercado do pas. E no duvide.
    Jovino ambicioso, ama o que faz e trabalha, trabalha muito. Tanto que at reconhece que est na hora de pisar no freio. "A idade est pesando!". Bom de papo, o empresrio, pescador nas poucas horas vagas, dono de uma simplicidade que, com certeza, explica muito a sua histria de sucesso.
    O Bahamas j o 19 maior supermercado do pas. Como administrar tudo isso?
    A cada dia, fica um pouco mais fcil. A empresa cresce e nossa equipe desenvolve junto. Apesar de familiar, somos uma empresa profissional. H cinco anos, eu saa e viajava preocupado, era muito centralizador e no havia comunicao to gil. Hoje, uma tranqilidade qualquer distncia.
    So 2.400 funcionrios para comandar.
    A gente trabalha com motivao, e o incentivo maior que temos o reconhecimento pelo trabalho. Evitamos trazer funcionrios de fora para exercer qualquer cargo ou funo de gerncia. Temos, por exemplo, um supervisor que comeou entregando mercadoria. Quase todos os gerentes comearam carregando caixa, varrendo cho nas lojas. Oferecemos um plano de sade, gerido por uma associao que tem a Unimed como parceira, para a famlia de todos eles, e fazemos questo de usar sempre o plural, nunca o singular. No sou eu, Jovino, que fao. Ns fazemos. Alis (risos), sou talvez o que menos faz aqui!
    E voc no dia-a-dia?
    Levanto muito cedo e fico sempre at tarde no escritrio. O almoo , de certa forma, a hora que tenho para dar uma sada. Mas no acho isso o ideal. Preciso me organizar melhor e reservar um pouco de tempo para mim.
    A diverso sempre fica para depois?
    Pois . O final de semana, reservo para a famlia. Costumo at vir ao trabalho, mas sempre quando esto descansando j que levanto mais cedo. Fora isso, me dedico a eles. o que me d fora para trabalhar. Sinto claramente que, quando voc no vai bem em casa, o trabalho fica difcil. Mas minha esposa meu brao direito e minha famlia, a grande motivao.
    O que faz quando no est trabalhando?
    Gosto de carros antigos e pratico um pouco de esporte. Jogo um futebolzinho, mas nunca fui muito bom. S jogo, porque sempre fui o dono da bola! E apesar de tricolor, hoje toro mesmo pelo Tupi. Tenho um stio, que aproveito pouco, e reservo um perodo no ano para pescar no Pantanal. Claro que sempre chego contando mais. Afinal, pescador no mente, s aumenta (risos)... E adoro cozinhar o "resultado" da pescaria.
    Como voc avalia o crescimento de Juiz de Fora?
    Eu me preocupo com a segurana. A gente v o que est acontecendo em So Paulo e no Rio de Janeiro, e Juiz de Fora est crescendo. considerada uma cidade segura, mas me preocupo, porque a gente no v muita polcia na rua. Alguns ndices esto crescentes e isso no bom. Espero que a Polcia Militar, to competente quanto e acho que vai continuar sendo em Minas, nos d um pouco mais de tranqilidade. A gente paga imposto e tem o direito de cobrar.
    Voc investe em responsabilidade social?
    Estamos presentes em muitas aes, sempre promovendo e realizando trabalhos para a comunidade, como a Copa Bahamas, diversas festas e quase todas as nossas aes de marketing envolvem a comunidade. uma retribuio, um agradecimento ao apoio que temos e uma forma de fidelizar o nosso cliente. Sempre nos preocupamos com isso e no imaginvamos tanto retorno, reconhecimento do pblico. Temos em Juiz de Fora diversos exemplos de empresas que fazem isso e a Unimed uma delas. Est sempre atuando na promoo da sade, em aes relacionadas qualidade de vida, e isso fundamental para incentivar outras empresas a atuarem de forma responsvel.
    Voc se sente um empresrio realizado?
    Sou muito ambicioso. Antes, a gente ouvia essa palavra ambio como um sentimento ruim, reprovvel. Hoje, acho que para a pessoa desenvolver, ter alguma coisa na vida, tem que ter ambio. Eu no sonhava ter o que temos, mas a cada dia que voc conquista mais, voc tambm pensa mais frente, no ? Ento, no me dou por satisfeito. Acho que a empresa tem que crescer mais.
    O melhor investimento: supermercados
    No indicaria: mercado financeiro. Com dinheiro parado, s quem ganha so os bancos.
    Lder: Ablio Diniz. Superou uma fase ruim e deu a volta por cima.
    Meta: ter o Bahamas entre os dez maiores supermercados do Brasil
    Orgulho: de ser brasileiro
    Medo: da violncia
    No tolera: falsidade e mentira
    Atitude: coragem
    Qualidade: honestidade
    Desafio: manter o Bahamas em nossas mos para sempre
    Uma vaidade: carros
    Uma vitria: meu neto


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    Segunda-feira, Agosto 20, 2007

    O livro "21 RITOS TIBETANOS", da escritora ENEIDA CAETANO ser lanado amanh, s 19 horas, no Palcio das Artes aqui em BH.

                                                                   ENTREVISTA EXCLUSIVA.
    Ser lanado dia 21 de agosto, s 19 horas, no Palcio das Artes, aqui em BH, o livro "21 RITOS TIBETANOS" da escritora ENEIDA MAGALHES CAETANO (do Instituto LamRim), prima do nosso Procurador-geral de Justia de Minas, Jarbas Soares Jr. Leia, agora, a ENTREVISTA EXCLUSIVA que a escritora deu a Rosana Deslandes, para o nosso BLOG DE NOTCIAS.

    1- O que so "Os 21 Ritos Tibetanos"?
    So exerccios fsicos milenares, rtmicos e ritualsticos, que os tibetanos praticam com mtodo e dedicao, para se fortalecerem e poderem suportar a adversidade, mantendo a sade, vitalidade e bem-estar.
    2- Como voc conheceu os Ritos Tibetanos?
    Eu j trabalhava com terapia corporal h muitos anos e por isso j os conhecia atravs do livro clssico de Peter Kelder, "A Fonte da Juventude". Quando fui fazer uma especializao na Holanda, em 1985, vi a oportunidade de intensificar minha prtica e perceber mudanas significativas em minha vida. Decidi ento ir ao Tibete para aprofundar- me neste conhecimento e estudar sua origem.
    3- Por que escrever este livro?
    Desde o livro citado acima, lanado em 1939, havia uma lacuna bibliogrfica sobre a seqncia completa dos ritos tibetanos. Aps uma viagem de seis meses ao Oriente, e prticas nos mosteiros tibetanos recebi autorizao para compilar toda a seqncia dos 21 ritos, praticamente desconhecidos no Brasil. A idia do livro surgiu de uma necessidade de meus alunos do Instituto Lam Rim para acompanharem, em casa, os exerccios de uma maneira correta.
    4- Como est a organizao dos ritos no livro?
    Trata-se de uma seqncia completa dos 21 ritos divididos em trs etapas, cada qual contendo sete ritos, onde cada rito traz um benefcio especfico, individual e daquela etapa. Com breves flashes de minha experincia no Oriente contextualizo a viagem e o ambiente dos mosteiros.
    5- Quais os benefcios em se praticar os Ritos Tibetanos?

    Os benefcios so inmeros. Todos os Ritos tem o poder de ativar nossas glndulas, retardando o envelhecimento, promovendo uma revitalizao fsica e nos proporcionando maior clareza mental, dentre outras coisas. Mas cada rito traz um benefcio especfico, potencializando uma rea determinada de nosso corpo.
    6- Quanto tempo se gasta para fazer toda a seqncia dos 21 ritos ?
    Na fase inicial, quando ainda estamos aprendendo, necessitamos de um tempo maior, mas com a pratica gastamos aproximadamente 40 minutos para executar 21 vezes os 21 Ritos. Os tibetanos so extremamente disciplinados mas tambm condescendentes, pois consideram o ritmo de vida de cada um. Com a vida agitada que levamos, eles nos garantem que 3 ou 7 exerccios inicialmente, repetindo-os no mnimo 3 vezes cada um, duas vezes por semana, nos trar maior equilbrio, e a prpria prtica nos ajudar a sermos mais organizados e a termos tempo para ns mesmos..
    7- Como saberei escolher um rito melhor para iniciar a prtica?
    Isto ensinado no livro e no curso dos 21 Ritos Tibetanos. Cada rito tem sua descrio e seus objetivos fisiolgico e sutil. Aprendemos a escolher o rito que mais benefcio nos trar e de acordo com o momento da vida que passamos. Segundo os tibetanos, devemos primeiramente cuidar do nosso corpo, que a nossa morada, com muita dedicao, para prevenirmos diversas doenas e garantirmos uma melhor qualidade de vida, para depois cuidar do outro. Todos os ritos so simples, objetivos e de fcil execuo. Praticando diariamente colhe-se resultados rapidamente
    8- Adquirindo o livro eu posso praticar os ritos sem o auxilio de um instrutor?
    Sim, este o maior objetivo do livro e dos monges tibetanos: disseminar o conhecimento dos ritos de tal maneira que as pessoas possam beneficiar-se deles sem precisarem sair de sua casa, sem rotina monstica ou qualquer crena. Pode-se pratic-los em qualquer lugar e sem qualquer sofisticao.
    9- Durante quanto tempo preciso praticar para observar os primeiros resultados?
    Os resultados so quase imediatos e depender de pessoa a pessoa. Para alguns, os benefcios comeam a se manifestar imediatamente aps uma prtica disciplinada. Quanto maior o tempo de prtica maiores sero os benefcios, mas mesmo quem pratica apenas 3 ritos duas vezes por semana j colhe resultados. Embora para um resultado mais concreto, preciso disciplina, o tempo de cada um pode variar de acordo com a sua dedicao.
    10- Como os ritos so praticados pelos tibetanos?

    Os tibetanos se utilizam dos ritos como forma de desenvolvimento pessoal, fortalecimento fsico e mental, percepo de comportamentos inadequados, como mtodo preventivo de doenas e como sedimentao de laos e tambm como uma forma de terapia. Eles se renem em famlia para praticar os ritos como um momento sagrado.
    11- Houve alguma adaptao nos ritos para serem praticados pelos ocidentais?

    No, eu os ensino aqui, no Instituto LamRim, exatamente da mesma forma como aprendi com os Monges Tibetanos e que esto descritos no livro, com a mesma objetividade e simplicidade praticados por eles.



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    Segunda-feira, Agosto 6, 2007

    ENTREVISTA EXCLUSIVA. Ser lanado dia 21 de agosto, s 19 horas, no Palcio das Artes, aqui em BH, o livro "21 RITOS TIBETANOS" da escritora ENEIDA MAGALHES CAETANO (do Instituto LamRim), prima do nosso Procurador-geral de Justia de Minas, Jarbas Soares Jr. Leia, agora, a ENTREVISTA EXCLUSIVA que a escritora deu a Rosana Deslandes, para o nosso BLOG DE NOTCIAS.


    1- O que so "Os 21 Ritos Tibetanos"?
    So exerccios fsicos milenares, rtmicos e ritualsticos, que os tibetanos praticam com mtodo e dedicao, para se fortalecerem e poderem suportar a adversidade, mantendo a sade, vitalidade e bem-estar.
    2- Como voc conheceu os Ritos Tibetanos?

    So exerccios fsicos milenares, rtmicos e ritualsticos, que os tibetanos praticam com mtodo e dedicao, para se fortalecerem e poderem suportar a adversidade, mantendo a sade, vitalidade e bem-estar.
    2- Como voc conheceu os Ritos Tibetanos?

    Eu j trabalhava com terapia corporal h muitos anos e por isso j os conhecia atravs do livro clssico de Peter Kelder, "A Fonte da Juventude". Quando fui fazer uma especializao na Holanda, em 1985, vi a oportunidade de intensificar minha prtica e perceber mudanas significativas em minha vida. Decidi ento ir ao Tibete para aprofundar- me neste conhecimento e estudar sua origem.
    2- Por que escrever este livro?
    Desde o livro citado acima, lanado em 1939, havia uma lacuna bibliogrfica sobre a seqncia completa dos ritos tibetanos. Aps uma viagem de seis meses ao Oriente, e prticas nos mosteiros tibetanos recebi autorizao para compilar toda a seqncia dos 21 ritos, praticamente desconhecidos no Brasil. A idia do livro surgiu de uma necessidade de meus alunos do Instituto Lam Rim para acompanharem, em casa, os exerccios de uma maneira correta.
    3- Como est a organizao dos ritos no livro?
    Trata-se de uma seqncia completa dos 21 ritos divididos em trs etapas, cada qual contendo sete ritos, onde cada rito traz um benefcio especfico, individual e daquela etapa. Com breves flashes de minha experincia no Oriente contextualizo a viagem e o ambiente dos mosteiros.
    4- Quais os benefcios em se praticar os Ritos Tibetanos?

    Os benefcios so inmeros. Todos os Ritos tem o poder de ativar nossas glndulas, retardando o envelhecimento, promovendo uma revitalizao fsica e nos proporcionando maior clareza mental, dentre outras coisas. Mas cada rito traz um benefcio especfico, potencializando uma rea determinada de nosso corpo.
    5- Quanto tempo se gasta para fazer toda a seqncia dos 21 ritos ?
    Na fase inicial, quando ainda estamos aprendendo, necessitamos de um tempo maior, mas com a pratica gastamos aproximadamente 40 minutos para executar 21 vezes os 21 Ritos. Os tibetanos so extremamente disciplinados mas tambm condescendentes, pois consideram o ritmo de vida de cada um. Com a vida agitada que levamos, eles nos garantem que 3 ou 7 exerccios inicialmente, repetindo-os no mnimo 3 vezes cada um, duas vezes por semana, nos trar maior equilbrio, e a prpria prtica nos ajudar a sermos mais organizados e a termos tempo para ns mesmos..
    6- Como saberei escolher um rito melhor para iniciar a prtica?
    Isto ensinado no livro e no curso dos 21 Ritos Tibetanos. Cada rito tem sua descrio e seus objetivos fisiolgico e sutil. Aprendemos a escolher o rito que mais benefcio nos trar e de acordo com o momento da vida que passamos. Segundo os tibetanos, devemos primeiramente cuidar do nosso corpo, que a nossa morada, com muita dedicao, para prevenirmos diversas doenas e garantirmos uma melhor qualidade de vida, para depois cuidar do outro. Todos os ritos so simples, objetivos e de fcil execuo. Praticando diariamente colhe-se resultados rapidamente
    7- Adquirindo o livro eu posso praticar os ritos sem o auxilio de um instrutor?
    Sim, este o maior objetivo do livro e dos monges tibetanos: disseminar o conhecimento dos ritos de tal maneira que as pessoas possam beneficiar-se deles sem precisarem sair de sua casa, sem rotina monstica ou qualquer crena. Pode-se pratic-los em qualquer lugar e sem qualquer sofisticao.
     8- Durante quanto tempo preciso praticar para observar os primeiros resultados?
    Os resultados so quase imediatos e depender de pessoa a pessoa. Para alguns, os benefcios comeam a se manifestar imediatamente aps uma prtica disciplinada. Quanto maior o tempo de prtica maiores sero os benefcios, mas mesmo quem pratica apenas 3 ritos duas vezes por semana j colhe resultados. Embora para um resultado mais concreto, preciso disciplina, o tempo de cada um pode variar de acordo com a sua dedicao.
    9- Como os ritos so praticados pelos tibetanos?

    Os tibetanos se utilizam dos ritos como forma de desenvolvimento pessoal, fortalecimento fsico e mental, percepo de comportamentos inadequados, como mtodo preventivo de doenas e como sedimentao de laos e tambm como uma forma de terapia. Eles se renem em famlia para praticar os ritos como um momento sagrado.
    10- Houve alguma adaptao nos ritos para serem praticados pelos ocidentais?

    No, eu os ensino aqui, no Instituto LamRim, exatamente da mesma forma como aprendi com os Monges Tibetanos e que esto descritos no livro, com a mesma objetividade e simplicidade praticados por eles.


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    Quinta-feira, Agosto 30, 2007

    Os BLOGS so um fenmeno que a cada dia chamam a ateno no mundo todo pela velocidade e pela diversidade de informaes que coloca na rede mundial de computao. O assunto hoje tema da rea acadmica. Nosso BLOG DE NOTCIAS chamou a ateno do curso de jornalismo da Estcio de S, aqui em BH. A estudante Juliana Fernandes nos mandou uma srie de perguntas, sobre nossa viso sobre os Blogs, para um trabalho acadmico da turma dela. Aproveitamos e publicamos a entrevista, aqui no nosso BLOG.

    Existem discusses sobre os blogs no sentido de que todos que possuem um blog podem se tornar "jornalistas" no processo de divulgao de informaes. Qual sua opinio sobre isso?

    R: Olha, acredito que ter um BLOG no significa que o cidado ou a cidad tenha uma formao jornalstica, esteja preparado para redigir tecnicamente uma notcia - que responda aos principios de Kipling - quem, quando, onde,como e por qu? Mas claro que um blogueiro tem mo uma ferramenta que democratiza o fluxo de informao, que deve ser livre e responsvel. Como afirma a pergunta "jornalistas" - entre aspas - ah, isso quem tem blog acaba parecendo ser, j que redige informaes, embora no possa ser registrado na Delegacia do Trabalho, como um jornalista, que tenha se formado em uma Faculdade como vocs esto fazendo em breve e ns j fizemos h muito tempo. bom destacar: na verdade quem tem um Blog no jornalista e sim blogueiro, uma nova funo que nasce com o surgimento da blogosfera. Mas virar jornalista s passando por uma Faculdade, claro.

    Voc acredita que a prtica dos blogs jornalsticos vai substituir o jornalismo tradicional?

    R: A curto prazo no. Mas medida que as novas geraes da internet forem surgindo, mais e mais, o caf da manh das famlias ser frente de um notebook ligado em um ou mais sites de notcias. Com isso, o jornlismo tradicional ter que oferecer esta opo do jornalismo eletrnico, j que o de papel, vai ficando defasado, esttico, com notcias de ontem, enquanto a internet tem a notcia do momento em que acontece.

    E um fenmeno j est ocorrendo: jornalista com bom nvel de informao e contando com um blog de notcias vem ocupando um espao independente, que assusta a mdia tradicional e que encanta um pblico leitor crescente na rede mundial de computao.

    Recomendo: vocs que esto quase se formando fiquem atentos. No h reserva de mercado na internet. Faam seus blogs, escrevam e busquem seus pblicos. moderno e uma forma de contrapor sua posio de joranlista com o do blogueiro, que se for competente vai ter um pblico fiel, que poderia ser o seu, formado em jornalismo.


    Voc criou um blogs que possui categorias, ou seja voc posta matrias sobre varias editorias. Voc faz todas as matrias? Como so seus critrios para definio das pautas?

    R: Nosso BLOG DE NOTCIAS tem seis editorias - poltica, economia, gente, entrevistas, artigos e geral. No fao  todas as matrias e sim, edito o material que est na rede, que est em outros sites como do governo do estado, dos poderes legislativo e judicirio. Recebo artigos especiais de profissionais que fazem parte de minha network e notcias enviadas por E-mail por diversas fontes. A pauta defino de acordo com a filosofia de nosso blog, que de NOTCIAS. Com isso, dou todas as informaes, que num critrio jornalstico - importncia social, poltica econmica - ajudem ao(a) leitora do BLOG a pensar o mundo, os fatos do momento e tirar sua concluso. O segredo est na velocidade da informao que publico no nosso BLOG DE NOTCIAS. Por exemplo: abro meu notebook e edito onde estiver a notcias que consigo levantar. A grande maioria da mdia tradicional s vai dar a notcias - quando d -  no jornal de papel do dia seguinte. Costumo dizer: se o mundo acabar, os jornais do dia seguinte(?) no vo dar o fato. J os blogs daro - em tempo real - todos os detalhes. Pensem nisso!


    Em sua opinio, quais a vantagens do blogs como ferramenta jornalstica? E as desvantagens?

    R: A principal vantagem a velocidade com que voc poder redigir uma notcia e/ou publicar uma foto, editar um vdeo. A segunda que voc pode empreender - ou seja, ser seu prprio patro. Ter seu "jornal" na internet a um custo operacional muito baixo. Voc poder virar um "nanoempresrio da blogosfera". Mas recomendo que faa um plano de negcios, tenha tempo disponvel para atualizar seu blog 24 horas por dia. Afinal a blogosfera um buraco negro que suga toda e qualquer informao que passa por perto.

    A desvantagem: que a cobrana interminvel. O leitor de um BLOG quer renovao constante, atualizao das notcias minuto a minuto. Quem no atualiza perde o leitor. Portanto, ser blogueiro exige empenho full time. Outra desvantagem a dificuldade captao de anncios para mater o BLOG e torn-lo rentvel, j que deve ser um empreendimento jornalstico como na mdia tradicional.

    RECOMENDO adquirir o livro BLOG do advogado, radialista e blogueiro americano Hugh Hewitt, para entender um pouco mais a revoluo que est em efervecncia no mundo da comunicao. Eu j comprei. L. E o tenho sempre em mos para me motivar e orientar como agir na blogosfera. 

    "A internet est transformando o jornalismo no s nas suas prticas cotidianas, mas tambm na sua natureza, isto , naquilo que se entende por jornalismo", Antonio Fidalgo.

    Gostaria que voc comentasse essa afirmao.

    R: claro que o mundo hoje outro. O jornalismo tradicional foi concebido para um tipo de tecnologia, que nem de longe, chega perto do arsenal que temos no mundo da internet. Isto est deixando a mdia tradicional em pnico. Est perdendo a hegemonia, num palavra, o controle da informao. Saimos do mundo da comunicao de massa, para a comunicao do um a um, do indivduo. E a ferramenta internet permite que cada um possa se expressar atravs, por exemplo de um BLOG - que disponibilizado pelos provedores a custo baixo e com extrema eficincia. Temos hoje uma rea de edio eletrnica de fcil acesso, bastando ter um login e uma senha. uma revoluo na comunicao mundial que ainda vai render muita anlise e transfo0rmar para sempre a maneira como se faz jornalismo. Para nossa profisso vejo o fato como positivo, j que se tivermos iniciativa e criatividade, podemos ter nosso prprio jornal eletrnico independente na internet. Mos obra, como fizemos h pouco mais de um ano: criamos o nosso BLOG DE NOTCIAS, trabalhamos fukll time nele e j conquistamos quase 400 mil acessos. E estamos crescendo.

    este o novo mundo do jornalismo. Quem no se adaptar, vai morrer profissionalmente!


    A internet no cria barreiras para nenhum tipo de informao, abordagem ou mesmo opinio. Diante disso, muitas pessoas que possuem blogs fazem deles grandes dirios. H tambm alguns jornalistas que aproveitam os blogs como colunas, onde predominam a opinio. Nessa viso, falando em termos de tica jornalstica, pode se dizer que as matrias no ficam comprometidas quando a credibilidade?

    R: Primeiro bom lembar que a palavra blog nova - na verdade surgiu do termo weblog usado como dirio pelos pesquisadores e professores do Vale do Silcio nos EUA a partir de 1999. Log, na verdade, era o dirio de bordo do capito do navio, o registro dia a dia do que ocorre na vida de cada um. S que agora o dirio est na rede mundial disposio de quem se identifique ou acredite no que est lendo.

    A questo da tica permeia tudo. E quando o leitor do BLOG percebe que est sendo enganado ele simplesmente deleta de sua lista de favoritos o "genial BLOG". a punio cabal para quem abusa da pacincia, alis, abusa da inteligncia do leitor. E bom destacar ainda que na internet s navega quem tem um nvel scio-econmico e social, um poder aquisitivo elevado, que lhe permite ter vrias fontes de notcias e de opinies. Outro detalhe: no se esqueam que ao escrever em seus BLOGS, sendo joranalista ou no, o indivduo tem responsabilidade tica e jurdica, j que poder estar gerando provas contra sim mesmo. Tudo poder ser usado depois por quem se julgar ofendido nos tribunais. Mas, a maior punio mesmo quando o blogueiro percebe que sua maravilhosa audincia se evaporou. Como? bom lembrar que quem tem blog recebe o servio dirio de estatstica com os nmeros de acessos ou da falta deles, de onde vem o acesso, tempo de durao, de que regio do Pas ou do mundo. Portanto, quem violar a tica estara no limbro, mais cedo ou mais tarde. Hoje cada vez mais cedo!

    O que voc acha dos grandes portais estarem chancelando os jornalistas blogueiros?

    R: Acho timo! Isto mostra que nossa categoria est conquistando um outro universo, que vem da rede mundial de computao. Que as empresas, nem todas claro, esto aproveitando a oportunidade de ter em seus quadros profissionais bem informados, com caractersticas individuais, com informantes que confiam neles e os abastecem de informaes vitais, que mantm o nvel de comunicao de seus blogs, sem as amarras das empresas. Outra coisa: ao invs de ter um blogueiro como concorrente - veja o caso do jornalista Ricardo Noblat: ele tinha um BLOG no Ig, com credibilidade conquistada ao longo de sua carreira nos grandes jornais do Pas. O que o jornal O Globo fez? Levou o Noblat para o jornal como atrao para seus leitores.

    EM TEMPO: espero e estou articulando para que algum jornal, aqui de Minas, faa um parceria com nosso BLOG DE NOTCIAS, o www.joaocarlosamral.com.br

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    Quinta-feira, Novembro 8, 2007

    Nosso BLOG DE NOTCIAS chega hoje a 500 MIL acessos. E virou referncia no meio universitrio. Abaixo a entrevista que demos para o trabalho de estudantes do curso de jornalismo da Faculdade Estcio de S de BH. Confira!

    Oi Joo Carlos, 
    S
    ou estudante do 8 perodo de Jornalismo pela Faculdade Estcio de S de Belo Horizonte e estou fazendo minha Monografia em parceria com a minha amiga Laila Pimenta.
    O nosso tema :
    Blog, novo gnero jornalstico,
    Estudo de Caso do Blog do Jornalista Noblat.

    Atravs do professor Evaldo Magalhes, conhecemos o seu blog e gostamos muito. Por isso estamos te enviando um questionrio com 6 perguntas (em anexo) para o desenvolvimento do nosso trabalho que dever estar pronto no dia 20/11/07.  

    Se for possvel respond-las, ficaramos imensamente gratas. No seu aguardo, > Andria Bastos

                                                                            A ENTREVISTA:

     Na sua opinio, quais caractersticas um blog deve ter para ser considerado um blog de gnero jornalstico?

    JCA - A primeira coisa, ser atualizado no mnimo cinco, dez, vinte... vezes todos os dias. E com novidades. Em tempo real. Instantaneidade o grande segredo para manter o leitor e/ou leitora da Blogosfera atualizado sobre os fatos, que a editoria do BLOG avaliar, que vo acrescentar informao para seus leitores espalhados pela web.

    Como o BLOG focado na imagem de credibilidade do jornalista/blogueiro o fundamental usar o mtodo jornalstico de apurar os fatos, com critrio, checando as fontes com empenho e com velocidade - que o combustvel de qualquer Blog - usado para sair na frente da mdia tradicional, sempre mais lenta, limitada impresso em papel.

    Portanto, para ser considerado um blog de gnero jornalstico, ele tem que acrescentar credibilidade de quem escrever e a velocidade com quem posta as informaes, um fator importantssimo: se basear em FATOS, j que o jornalismo uma atividade profissional que transforma - ou deveria - em notcias o que realmente acontece.

    A, na nossa avaliao, o que veiculdado no BLOG, que possa ser considerado gnero jornalstico, tem que girar no que estabelece objetivamente o sistema de Kipling, na hora de redigir, ou dar uma notcia pelo rdio, pela TV, pela web, responder s famosas perguntas: quem, quando, onde, como e por qu?

     O que o blog jornalstico tem a acrescentar para os leitores de webjornais?

    JCA - O Blog jornalstico tem que acrescentar a angulao particular da apurao que o blogueiro fez de um determinado fato. Ele leva para seu blog, portanto para seu leitor, a informao em primeira mo, em tempo real. O que na maioria das vezes, alis quase sempre, os webjornais no fazem.

    Primeiro porque o blogueiro trabalha independente da linha editorial dos webjornais. Veicula e assume a responsabilidade individual pelas informaes que veicula na blogosfera. Dar a novidade apurada com suas fontes, construdas ao longo de anos de atuao no ramo jornalstico.

    Enfim: usa sua credibilidade para comunicar os fatos a seus leitores, sempre fiis. Esses leitores s mantem o acesso ao blog se perceber que eles encontam l um outro ngulo dos fatos, a novidade passada no mesmo momento em ocorre. Isto possvel, porque ns blogueiros andamos sempre colados aos nossos notebooks, nossas mquinas modernas que do acessos imediato Internet, no importa o local onde estivermos.

    Os Blogs esto se tornando to importantes, que muitos jornais e principalmente WEbjornais, esto contratando jornalistas blogueiros para escrever em suas pginas na rede ( veja os casos do jornalistas Noblat, Josias de Souza...).

     Como fica a questo da imparcialidade na publicao de notcias no Blog?

    JCA - A imparcialidade s possvel se o blogueiro conseguir - a maior tarefa de qualquer bom reprter - apurar os fatos com rigor para s depois transform-los em notcia. E um dos mtodos que uso para ser imparcial me apegar aos fatos sempre. S dar a notcias depois de apurar se a fonte no est nos usando como veculo para passar assuntos de seu interesse pessoal ou empresarial.

    claro que no possvel evitar que algum tipo de proveito seja tirado de uma informao.Mas, o fundamental que ela tenha o objetivo social, melhore o nvel de informao de quem a ler, ouvir ou ver. E sabe qual a punio quando algum comunicador erra, intencional ou no? simples: perde a credibilidade, perde acessos ao seu blog e com o tempo... desaparece ou vira fantasma da web - sem acessos, sem credibilidade. Pensem nisso!

     O que te levou a fazer um blog?

    JCA - Perceb que a ferramenta eletrnica - afinal o Blog nos fornece um editor eletrnico gil e de fcil uso - faria com que eu, jornalista que est no mercado a mais de 25 anos, tivesse um espao de comunicao adequado chamada economia do conhecimento. E sem precisar estar ligado a nenhum contrato de trabalho, a nehuma linha editorial de nenhuma empresa. Sem horrio para escrever, sem submeter meu matrial jornalstico a ningum. S minha conscincia profissional e aos meus leitores. bom lembar que isto no quer dizer revolta contra o chamado sistema. E sim, uma rara oportunidade de enfrentar um novo desafio, uma nova forma de comunicao, que est na ferramenta internet.

    Com isso, posso levar para meu BLOG as informaes que no tinha aonde publicar, j que no sou funcionrio de nenhum veculo, de nenhuma mdia tradicional. Sou hoje um "nanoempresrio da blogosfera". Chique, no mesmo! Olha, e tem mais: para fugir da armadilha tentadora de ficar escrevendo editoriais, artigos revoltados contra isto ou aquilo, estabelec no meu plano de negcios, que meu blog seria um BLOG DE NOTCIAS, ou seja, focado nos fatos e tentando sempre, redigir ou publicar notcias que respondam aos princpios do bom jornalismo: quem, quando, onde, como e por qu?

    E tem dado certo: em 1 ano e 8 meses de blog, atualizado diariamente no mnimo dez vezes, estou com mais de 500 MIL ACESSOS. E j tenho cinco parcerias - banners empresariais - que investem em nosso BLOG apostando no alcance, na credibilidade que construimos, desde que trabalhamos como reprter poltico e apresentador do MGT e Bom Dia Minas na Rede Globo, at nosso trabalho como ncora do Programa Economia e Negcios, da FIEMG, na Rede Minas e nosso trabalho como ncora da TV Assemblia Legislativa de Minas, com quem temos um contrato empresarial, baseado no CNPJ e no no CPF.

     H um blog jornalstico que voc sempre acompanha? Qual?

    JCA - Mais de um, claro. O do Josias de Souza da Folha de SP, do Noblat do Jornal O Globo, o do Claudio Humberto.

     Qual a sua opinio sobre o Blog do Noblat?
    JCA - a melhor possvel. Ele foi o meu guru, sem eu o conhecer pessoalmente. O blog dele foi minha referncia para criar o meu BLOG DE NOTCIAS. Afinal, Noblat um notvel jornalista, um excelente reprter, um empreendedor que pela primeira vez ousou ser independente, usando a maior ferramenta da web que um comunicador poderia ter em mos - o BLOG.

    Bem, isso!
    Olha, obrigado pela oportunidade de colaborar com o trabalho acadmico de vocs. Espero que tenha sido til aos objetivos traados pela turma de futuros colegas jornalistas. Lembarndo que todos vocs chegaro ao mercado de trabalho com a oportunidade de usar as novas ferramentas da web, entre elas, o BLOG. Acredito que muitos de vocs sero meus colegas na BLOGOSFERA. Como eu, vo virar "nanoempresrios da blogosfera".
    E, obrigado pelos elogios ao nosso BLOG DE NOTCIAS. Por favor, continuem acess-lo e o RECOMENDE para seus amigos e amigas, amplie minha audincia.
    Desejos-lhes SUCESSO!
    Um abrao do "noempresrio blogueiro",
    Joo Carlos Amaral.




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    Sbado, Dezembro 15, 2007

    BLOG, BLOG, BLOG - um fenmeno em comunicao em TEMPO REAL. Confira detalhes!

    Nosso BLOG DE NOTCIAS chega hoje a 500 MIL acessos.
    E virou referncia no meio universitrio.
    Abaixo a entrevista que demos
     para o trabalho de estudantes
    do curso de jornalismo
     da Faculdade Estcio de S de BH.
     Confira!


    Oi Joo Carlos, 
    S
    ou estudante do 8 perodo de Jornalismo pela Faculdade Estcio de S de Belo Horizonte e estou fazendo minha Monografia em parceria com a minha amiga Laila Pimenta.

    O nosso tema :
    Blog, novo gnero jornalstico,
    Estudo de Caso do Blog do Jornalista Noblat.

    Atravs do professor Evaldo Magalhes, conhecemos o seu blog e gostamos muito. Por isso estamos te enviando um questionrio com 6 perguntas (em anexo) para o desenvolvimento do nosso trabalho que dever estar pronto no dia 20/11/07.  

    Se for possvel respond-las, ficaramos imensamente gratas. No seu aguardo, > Andria Bastos

                                                                            A ENTREVISTA:

     Na sua opinio, quais caractersticas um blog deve ter para ser considerado um blog de gnero jornalstico?

    JCA - A primeira coisa, ser atualizado no mnimo cinco, dez, vinte... vezes todos os dias. E com novidades. Em tempo real. Instantaneidade o grande segredo para manter o leitor e/ou leitora da Blogosfera atualizado sobre os fatos, que a editoria do BLOG avaliar, que vo acrescentar informao para seus leitores espalhados pela web.

    Como o BLOG focado na imagem de credibilidade do jornalista/blogueiro o fundamental usar o mtodo jornalstico de apurar os fatos, com critrio, checando as fontes com empenho e com velocidade - que o combustvel de qualquer Blog - usado para sair na frente da mdia tradicional, sempre mais lenta, limitada impresso em papel.

    Portanto, para ser considerado um blog de gnero jornalstico, ele tem que acrescentar credibilidade de quem escrever e a velocidade com quem posta as informaes, um fator importantssimo: se basear em FATOS, j que o jornalismo uma atividade profissional que transforma - ou deveria - em notcias o que realmente acontece.

    A, na nossa avaliao, o que veiculdado no BLOG, que possa ser considerado gnero jornalstico, tem que girar no que estabelece objetivamente o sistema de Kipling, na hora de redigir, ou dar uma notcia pelo rdio, pela TV, pela web, responder s famosas perguntas: quem, quando, onde, como e por qu?

     O que o blog jornalstico tem a acrescentar para os leitores de webjornais?

    JCA - O Blog jornalstico tem que acrescentar a angulao particular da apurao que o blogueiro fez de um determinado fato. Ele leva para seu blog, portanto para seu leitor, a informao em primeira mo, em tempo real. O que na maioria das vezes, alis quase sempre, os webjornais no fazem.

    Primeiro porque o blogueiro trabalha independente da linha editorial dos webjornais. Veicula e assume a responsabilidade individual pelas informaes que veicula na blogosfera. Dar a novidade apurada com suas fontes, construdas ao longo de anos de atuao no ramo jornalstico.

    Enfim: usa sua credibilidade para comunicar os fatos a seus leitores, sempre fiis. Esses leitores s mantem o acesso ao blog se perceber que eles encontam l um outro ngulo dos fatos, a novidade passada no mesmo momento em ocorre. Isto possvel, porque ns blogueiros andamos sempre colados aos nossos notebooks, nossas mquinas modernas que do acessos imediato Internet, no importa o local onde estivermos.

    Os Blogs esto se tornando to importantes, que muitos jornais e principalmente WEbjornais, esto contratando jornalistas blogueiros para escrever em suas pginas na rede ( veja os casos do jornalistas Noblat, Josias de Souza...).

     Como fica a questo da imparcialidade na publicao de notcias no Blog?

    JCA - A imparcialidade s possvel se o blogueiro conseguir - a maior tarefa de qualquer bom reprter - apurar os fatos com rigor para s depois transform-los em notcia. E um dos mtodos que uso para ser imparcial me apegar aos fatos sempre. S dar a notcias depois de apurar se a fonte no est nos usando como veculo para passar assuntos de seu interesse pessoal ou empresarial.

    claro que no possvel evitar que algum tipo de proveito seja tirado de uma informao.Mas, o fundamental que ela tenha o objetivo social, melhore o nvel de informao de quem a ler, ouvir ou ver. E sabe qual a punio quando algum comunicador erra, intencional ou no? simples: perde a credibilidade, perde acessos ao seu blog e com o tempo... desaparece ou vira fantasma da web - sem acessos, sem credibilidade. Pensem nisso!

     O que te levou a fazer um blog?

    JCA - Perceb que a ferramenta eletrnica - afinal o Blog nos fornece um editor eletrnico gil e de fcil uso - faria com que eu, jornalista que est no mercado a mais de 25 anos, tivesse um espao de comunicao adequado chamada economia do conhecimento. E sem precisar estar ligado a nenhum contrato de trabalho, a nehuma linha editorial de nenhuma empresa. Sem horrio para escrever, sem submeter meu matrial jornalstico a ningum. S minha conscincia profissional e aos meus leitores. bom lembar que isto no quer dizer revolta contra o chamado sistema. E sim, uma rara oportunidade de enfrentar um novo desafio, uma nova forma de comunicao, que est na ferramenta internet.

    Com isso, posso levar para meu BLOG as informaes que no tinha aonde publicar, j que no sou funcionrio de nenhum veculo, de nenhuma mdia tradicional. Sou hoje um "nanoempresrio da blogosfera". Chique, no mesmo! Olha, e tem mais: para fugir da armadilha tentadora de ficar escrevendo editoriais, artigos revoltados contra isto ou aquilo, estabelec no meu plano de negcios, que meu blog seria um BLOG DE NOTCIAS, ou seja, focado nos fatos e tentando sempre, redigir ou publicar notcias que respondam aos princpios do bom jornalismo: quem, quando, onde, como e por qu?

    E tem dado certo: em 1 ano e 8 meses de blog, atualizado diariamente no mnimo dez vezes, estou com mais de 500 MIL ACESSOS. E j tenho cinco parcerias - banners empresariais - que investem em nosso BLOG apostando no alcance, na credibilidade que construimos, desde que trabalhamos como reprter poltico e apresentador do MGT e Bom Dia Minas na Rede Globo, at nosso trabalho como ncora do Programa Economia e Negcios, da FIEMG, na Rede Minas e nosso trabalho como ncora da TV Assemblia Legislativa de Minas, com quem temos um contrato empresarial, baseado no CNPJ e no no CPF.

     H um blog jornalstico que voc sempre acompanha? Qual?

    JCA - Mais de um, claro. O do Josias de Souza da Folha de SP, do Noblat do Jornal O Globo, o do Claudio Humberto.

     Qual a sua opinio sobre o Blog do Noblat?
    JCA - a melhor possvel. Ele foi o meu guru, sem eu o conhecer pessoalmente. O blog dele foi minha referncia para criar o meu BLOG DE NOTCIAS. Afinal, Noblat um notvel jornalista, um excelente reprter, um empreendedor que pela primeira vez ousou ser independente, usando a maior ferramenta da web que um comunicador poderia ter em mos - o BLOG.

    Bem, isso!
    Olha, obrigado pela oportunidade de colaborar com o trabalho acadmico de vocs. Espero que tenha sido til aos objetivos traados pela turma de futuros colegas jornalistas. Lembarndo que todos vocs chegaro ao mercado de trabalho com a oportunidade de usar as novas ferramentas da web, entre elas, o BLOG. Acredito que muitos de vocs sero meus colegas na BLOGOSFERA. Como eu, vo virar "nanoempresrios da blogosfera".
    E, obrigado pelos elogios ao nosso BLOG DE NOTCIAS. Por favor, continuem acess-lo e o RECOMENDE para seus amigos e amigas, amplie minha audincia.
    Desejos-lhes SUCESSO!
    Um abrao do "noempresrio blogueiro",
    Joo Carlos Amaral.



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    Quinta-feira, Dezembro 20, 2007

    Ateno! ENTENDA O QUE SO e COMO FUNCIONAM os BLOGS. Uma boa fonte, que recomendo, o livro "BLOG", do advogado e blogueiro norte-americano HUG HEWITT. Comprei o meu l na Livraria Siciliano do Diamond Mall.

    Os BLOGS so um fenmeno que a cada dia chamam a ateno no mundo todo pela velocidade e pela diversidade de informaes que coloca na rede mundial de computao.
    O assunto hoje tema da rea acadmica. Nosso BLOG DE NOTCIAS chamou a ateno do curso de jornalismo da Estcio de S, aqui em BH.
    A estudante Juliana Fernandes nos mandou uma srie de perguntas, sobre nossa viso sobre os Blogs, para um trabalho acadmico da turma dela. Aproveitamos e publicamos a entrevista, aqui no nosso BLOG.


    Existem discusses sobre os blogs no sentido de que todos que possuem um blog podem se tornar "jornalistas" no processo de divulgao de informaes. Qual sua opinio sobre isso?

    JCAmaral: Olha, acredito que ter um BLOG no significa que o cidado ou a cidad tenha uma formao jornalstica, esteja preparado para redigir tecnicamente uma notcia - que responda aos principios de Kipling - quem, quando, onde,como e por qu? Mas claro que um blogueiro tem mo uma ferramenta que democratiza o fluxo de informao, que deve ser livre e responsvel. Como afirma a pergunta "jornalistas" - entre aspas - ah, isso quem tem blog acaba parecendo ser, j que redige informaes, embora no possa ser registrado na Delegacia do Trabalho, como um jornalista, que tenha se formado em uma Faculdade como vocs esto fazendo em breve e ns j fizemos h muito tempo. bom destacar: na verdade quem tem um Blog no jornalista e sim blogueiro, uma nova funo que nasce com o surgimento da blogosfera. Mas virar jornalista s passando por uma Faculdade, claro.

    Voc acredita que a prtica dos blogs jornalsticos vai substituir o jornalismo tradicional?

    RJCAmaral:  A curto prazo no. Mas medida que as novas geraes da internet forem surgindo, mais e mais, o caf da manh das famlias ser frente de um notebook ligado em um ou mais sites de notcias. Com isso, o jornlismo tradicional ter que oferecer esta opo do jornalismo eletrnico, j que o de papel, vai ficando defasado, esttico, com notcias de ontem, enquanto a internet tem a notcia do momento em que acontece.

    E um fenmeno j est ocorrendo: jornalista com bom nvel de informao e contando com um blog de notcias vem ocupando um espao independente, que assusta a mdia tradicional e que encanta um pblico leitor crescente na rede mundial de computao.

    Recomendo: vocs que esto quase se formando fiquem atentos. No h reserva de mercado na internet. Faam seus blogs, escrevam e busquem seus pblicos. moderno e uma forma de contrapor sua posio de joranlista com o do blogueiro, que se for competente vai ter um pblico fiel, que poderia ser o seu, formado em jornalismo.


    Voc criou um blogs que possui categorias, ou seja voc posta matrias sobre varias editorias. Voc faz todas as matrias? Como so seus critrios para definio das pautas?

    JCAmaral: Nosso BLOG DE NOTCIAS tem seis editorias - poltica, economia, gente, entrevistas, artigos e geral. No fao  todas as matrias e sim, edito o material que est na rede, que est em outros sites como do governo do estado, dos poderes legislativo e judicirio. Recebo artigos especiais de profissionais que fazem parte de minha network e notcias enviadas por E-mail por diversas fontes. A pauta defino de acordo com a filosofia de nosso blog, que de NOTCIAS. Com isso, dou todas as informaes, que num critrio jornalstico - importncia social, poltica econmica - ajudem ao(a) leitora do BLOG a pensar o mundo, os fatos do momento e tirar sua concluso. O segredo est na velocidade da informao que publico no nosso BLOG DE NOTCIAS. Por exemplo: abro meu notebook e edito onde estiver a notcias que consigo levantar. A grande maioria da mdia tradicional s vai dar a notcias - quando d -  no jornal de papel do dia seguinte. Costumo dizer: se o mundo acabar, os jornais do dia seguinte(?) no vo dar o fato. J os blogs daro - em tempo real - todos os detalhes. Pensem nisso!


    Em sua opinio, quais a vantagens do blogs como ferramenta jornalstica? E as desvantagens?

    JCAmaral: A principal vantagem a velocidade com que voc poder redigir uma notcia e/ou publicar uma foto, editar um vdeo. A segunda que voc pode empreender - ou seja, ser seu prprio patro. Ter seu "jornal" na internet a um custo operacional muito baixo. Voc poder virar um "nanoempresrio da blogosfera". Mas recomendo que faa um plano de negcios, tenha tempo disponvel para atualizar seu blog 24 horas por dia. Afinal a blogosfera um buraco negro que suga toda e qualquer informao que passa por perto.

    A desvantagem: que a cobrana interminvel. O leitor de um BLOG quer renovao constante, atualizao das notcias minuto a minuto. Quem no atualiza perde o leitor. Portanto, ser blogueiro exige empenho full time. Outra desvantagem a dificuldade captao de anncios para mater o BLOG e torn-lo rentvel, j que deve ser um empreendimento jornalstico como na mdia tradicional.

    RECOMENDO adquirir o livro BLOG do advogado, radialista e blogueiro americano Hugh Hewitt, para entender um pouco mais a revoluo que est em efervecncia no mundo da comunicao. Eu j comprei. L. E o tenho sempre em mos para me motivar e orientar como agir na blogosfera. 

    "A internet est transformando o jornalismo no s nas suas prticas cotidianas, mas tambm na sua natureza, isto , naquilo que se entende por jornalismo", Antonio Fidalgo.

    Gostaria que voc comentasse essa afirmao.

    JCAmaral: claro que o mundo hoje outro. O jornalismo tradicional foi concebido para um tipo de tecnologia, que nem de longe, chega perto do arsenal que temos no mundo da internet. Isto est deixando a mdia tradicional em pnico. Est perdendo a hegemonia, num palavra, o controle da informao. Saimos do mundo da comunicao de massa, para a comunicao do um a um, do indivduo. E a ferramenta internet permite que cada um possa se expressar atravs, por exemplo de um BLOG - que disponibilizado pelos provedores a custo baixo e com extrema eficincia. Temos hoje uma rea de edio eletrnica de fcil acesso, bastando ter um login e uma senha. uma revoluo na comunicao mundial que ainda vai render muita anlise e transfo0rmar para sempre a maneira como se faz jornalismo. Para nossa profisso vejo o fato como positivo, j que se tivermos iniciativa e criatividade, podemos ter nosso prprio jornal eletrnico independente na internet. Mos obra, como fizemos h pouco mais de um ano: criamos o nosso BLOG DE NOTCIAS, trabalhamos fukll time nele e j conquistamos quase 400 mil acessos. E estamos crescendo.

    este o novo mundo do jornalismo. Quem no se adaptar, vai morrer profissionalmente!


    A internet no cria barreiras para nenhum tipo de informao, abordagem ou mesmo opinio. Diante disso, muitas pessoas que possuem blogs fazem deles grandes dirios. H tambm alguns jornalistas que aproveitam os blogs como colunas, onde predominam a opinio. Nessa viso, falando em termos de tica jornalstica, pode se dizer que as matrias no ficam comprometidas quando a credibilidade?

    JCAamaral: Primeiro bom lembar que a palavra blog nova - na verdade surgiu do termo weblog usado como dirio pelos pesquisadores e professores do Vale do Silcio nos EUA a partir de 1999. Log, na verdade, era o dirio de bordo do capito do navio, o registro dia a dia do que ocorre na vida de cada um. S que agora o dirio est na rede mundial disposio de quem se identifique ou acredite no que est lendo.

    A questo da tica permeia tudo. E quando o leitor do BLOG percebe que est sendo enganado ele simplesmente deleta de sua lista de favoritos o "genial BLOG". a punio cabal para quem abusa da pacincia, alis, abusa da inteligncia do leitor. E bom destacar ainda que na internet s navega quem tem um nvel scio-econmico e social, um poder aquisitivo elevado, que lhe permite ter vrias fontes de notcias e de opinies. Outro detalhe: no se esqueam que ao escrever em seus BLOGS, sendo joranalista ou no, o indivduo tem responsabilidade tica e jurdica, j que poder estar gerando provas contra sim mesmo. Tudo poder ser usado depois por quem se julgar ofendido nos tribunais. Mas, a maior punio mesmo quando o blogueiro percebe que sua maravilhosa audincia se evaporou. Como? bom lembrar que quem tem blog recebe o servio dirio de estatstica com os nmeros de acessos ou da falta deles, de onde vem o acesso, tempo de durao, de que regio do Pas ou do mundo. Portanto, quem violar a tica estara no limbro, mais cedo ou mais tarde. Hoje cada vez mais cedo!

    O que voc acha dos grandes portais estarem chancelando os jornalistas blogueiros?

    JCAmaral: Acho timo! Isto mostra que nossa categoria est conquistando um outro universo, que vem da rede mundial de computao. Que as empresas, nem todas claro, esto aproveitando a oportunidade de ter em seus quadros profissionais bem informados, com caractersticas individuais, com informantes que confiam neles e os abastecem de informaes vitais, que mantm o nvel de comunicao de seus blogs, sem as amarras das empresas.
    Outra coisa: ao invs de ter um blogueiro como concorrente - veja o caso do jornalista Ricardo Noblat: ele tinha um BLOG no Ig, com credibilidade conquistada ao longo de sua carreira nos grandes jornais do Pas. O que o jornal O Globo fez? Levou o Noblat para o jornal como atrao para seus leitores.

    EM TEMPO: espero e estou articulando para que algum jornal, aqui de Minas, faa um parceria com nosso BLOG DE NOTCIAS, o www.joaocarlosamral.com.br


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    Tera-feira, Janeiro 1, 2008

    Para LER e PENSAR neste primeiro dia de 2008. Nas fotos abaixo dois ilustres polticos mineiros que acompanham nosso BLOG DE NOTCIAS. O governador Acio Neves e o senador Hlio Costa, ministro das Comunicaes.

    BLOG, BLOG, BLOG
    - um fenmeno em comunicao
    em TEMPO REAL. Confira detalhes!

        


    Nosso BLOG DE NOTCIAS ultrapassa a marca dosa500 MIL acessos.
    E virou referncia no meio universitrio.
    Abaixo a entrevista que demos
     para o trabalho de estudantes
    do curso de jornalismo
     da Faculdade Estcio de S de BH.
     Confira!


    Oi Joo Carlos, 
    S
    ou estudante do 8 perodo de Jornalismo pela Faculdade Estcio de S de Belo Horizonte e estou fazendo minha Monografia em parceria com a minha amiga Laila Pimenta.

    O nosso tema :
    Blog, novo gnero jornalstico,
    Estudo de Caso do Blog do Jornalista Noblat.

    Atravs do professor Evaldo Magalhes, conhecemos o seu blog e gostamos muito. Por isso estamos te enviando um questionrio com 6 perguntas (em anexo) para o desenvolvimento do nosso trabalho que dever estar pronto no dia 20/11/07.  

    Se for possvel respond-las, ficaramos imensamente gratas. No seu aguardo, > Andria Bastos

                                                                            A ENTREVISTA:

     Na sua opinio, quais caractersticas um blog deve ter para ser considerado um blog de gnero jornalstico?

    JCA - A primeira coisa, ser atualizado no mnimo cinco, dez, vinte... vezes todos os dias. E com novidades. Em tempo real. Instantaneidade o grande segredo para manter o leitor e/ou leitora da Blogosfera atualizado sobre os fatos, que a editoria do BLOG avaliar, que vo acrescentar informao para seus leitores espalhados pela web.

    Como o BLOG focado na imagem de credibilidade do jornalista/blogueiro o fundamental usar o mtodo jornalstico de apurar os fatos, com critrio, checando as fontes com empenho e com velocidade - que o combustvel de qualquer Blog - usado para sair na frente da mdia tradicional, sempre mais lenta, limitada impresso em papel.

    Portanto, para ser considerado um blog de gnero jornalstico, ele tem que acrescentar credibilidade de quem escrever e a velocidade com quem posta as informaes, um fator importantssimo: se basear em FATOS, j que o jornalismo uma atividade profissional que transforma - ou deveria - em notcias o que realmente acontece.

    A, na nossa avaliao, o que veiculdado no BLOG, que possa ser considerado gnero jornalstico, tem que girar no que estabelece objetivamente o sistema de Kipling, na hora de redigir, ou dar uma notcia pelo rdio, pela TV, pela web, responder s famosas perguntas: quem, quando, onde, como e por qu?

     O que o blog jornalstico tem a acrescentar para os leitores de webjornais?

    JCA - O Blog jornalstico tem que acrescentar a angulao particular da apurao que o blogueiro fez de um determinado fato. Ele leva para seu blog, portanto para seu leitor, a informao em primeira mo, em tempo real. O que na maioria das vezes, alis quase sempre, os webjornais no fazem.

    Primeiro porque o blogueiro trabalha independente da linha editorial dos webjornais. Veicula e assume a responsabilidade individual pelas informaes que veicula na blogosfera. Dar a novidade apurada com suas fontes, construdas ao longo de anos de atuao no ramo jornalstico.

    Enfim: usa sua credibilidade para comunicar os fatos a seus leitores, sempre fiis. Esses leitores s mantem o acesso ao blog se perceber que eles encontam l um outro ngulo dos fatos, a novidade passada no mesmo momento em ocorre. Isto possvel, porque ns blogueiros andamos sempre colados aos nossos notebooks, nossas mquinas modernas que do acessos imediato Internet, no importa o local onde estivermos.

    Os Blogs esto se tornando to importantes, que muitos jornais e principalmente WEbjornais, esto contratando jornalistas blogueiros para escrever em suas pginas na rede ( veja os casos do jornalistas Noblat, Josias de Souza...).

     Como fica a questo da imparcialidade na publicao de notcias no Blog?

    JCA - A imparcialidade s possvel se o blogueiro conseguir - a maior tarefa de qualquer bom reprter - apurar os fatos com rigor para s depois transform-los em notcia. E um dos mtodos que uso para ser imparcial me apegar aos fatos sempre. S dar a notcias depois de apurar se a fonte no est nos usando como veculo para passar assuntos de seu interesse pessoal ou empresarial.

    claro que no possvel evitar que algum tipo de proveito seja tirado de uma informao.Mas, o fundamental que ela tenha o objetivo social, melhore o nvel de informao de quem a ler, ouvir ou ver. E sabe qual a punio quando algum comunicador erra, intencional ou no? simples: perde a credibilidade, perde acessos ao seu blog e com o tempo... desaparece ou vira fantasma da web - sem acessos, sem credibilidade. Pensem nisso!

     O que te levou a fazer um blog?

    JCA - Perceb que a ferramenta eletrnica - afinal o Blog nos fornece um editor eletrnico gil e de fcil uso - faria com que eu, jornalista que est no mercado a mais de 25 anos, tivesse um espao de comunicao adequado chamada economia do conhecimento. E sem precisar estar ligado a nenhum contrato de trabalho, a nehuma linha editorial de nenhuma empresa. Sem horrio para escrever, sem submeter meu matrial jornalstico a ningum. S minha conscincia profissional e aos meus leitores. bom lembar que isto no quer dizer revolta contra o chamado sistema. E sim, uma rara oportunidade de enfrentar um novo desafio, uma nova forma de comunicao, que est na ferramenta internet.

    Com isso, posso levar para meu BLOG as informaes que no tinha aonde publicar, j que no sou funcionrio de nenhum veculo, de nenhuma mdia tradicional. Sou hoje um "nanoempresrio da blogosfera". Chique, no mesmo! Olha, e tem mais: para fugir da armadilha tentadora de ficar escrevendo editoriais, artigos revoltados contra isto ou aquilo, estabelec no meu plano de negcios, que meu blog seria um BLOG DE NOTCIAS, ou seja, focado nos fatos e tentando sempre, redigir ou publicar notcias que respondam aos princpios do bom jornalismo: quem, quando, onde, como e por qu?

    E tem dado certo: em 1 ano e 8 meses de blog, atualizado diariamente no mnimo dez vezes, estou com mais de 500 MIL ACESSOS. E j tenho cinco parcerias - banners empresariais - que investem em nosso BLOG apostando no alcance, na credibilidade que construimos, desde que trabalhamos como reprter poltico e apresentador do MGT e Bom Dia Minas na Rede Globo, at nosso trabalho como ncora do Programa Economia e Negcios, da FIEMG, na Rede Minas e nosso trabalho como ncora da TV Assemblia Legislativa de Minas, com quem temos um contrato empresarial, baseado no CNPJ e no no CPF.

     H um blog jornalstico que voc sempre acompanha? Qual?

    JCA - Mais de um, claro. O do Josias de Souza da Folha de SP, do Noblat do Jornal O Globo, o do Claudio Humberto.

     Qual a sua opinio sobre o Blog do Noblat?
    JCA - a melhor possvel. Ele foi o meu guru, sem eu o conhecer pessoalmente. O blog dele foi minha referncia para criar o meu BLOG DE NOTCIAS. Afinal, Noblat um notvel jornalista, um excelente reprter, um empreendedor que pela primeira vez ousou ser independente, usando a maior ferramenta da web que um comunicador poderia ter em mos - o BLOG.

    Bem, isso!
    Olha, obrigado pela oportunidade de colaborar com o trabalho acadmico de vocs. Espero que tenha sido til aos objetivos traados pela turma de futuros colegas jornalistas. Lembarndo que todos vocs chegaro ao mercado de trabalho com a oportunidade de usar as novas ferramentas da web, entre elas, o BLOG. Acredito que muitos de vocs sero meus colegas na BLOGOSFERA. Como eu, vo virar "nanoempresrios da blogosfera".
    E, obrigado pelos elogios ao nosso BLOG DE NOTCIAS. Por favor, continuem acess-lo e o RECOMENDE para seus amigos e amigas, amplie minha audincia.
    Desejos-lhes SUCESSO!
    Um abrao do "nanoempresrio blogueiro",
    Joo Carlos Amaral.


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    Quinta-feira, Fevereiro 14, 2008

    Para LER e Pensar! Nosso BLOG DE NOTCIAS atinge mais de 600 mil acessos. Obrigado!


    Nas fotos abaixo dois ilustres polticos mineiros
    que acompanham nosso BLOG DE NOTCIAS.
    O governador Acio Neves,
    o vice-governador Antnio Augusto Anastasia 
    e o senador Hlio Costa, ministro das Comunicaes.


    BLOG, BLOG, BLOG
    - um fenmeno em comunicao
    em TEMPO REAL. Confira detalhes!

        


    Nosso BLOG DE NOTCIAS ultrapassa a marca dos 600 MIL acessos.
    E virou referncia no meio universitrio.

    Abaixo a entrevista que demos
     para o trabalho de estudantes
    do curso de jornalismo
     da Faculdade Estcio de S de BH.
     Confira!


    Oi Joo Carlos, 
    S
    ou estudante do 8 perodo de Jornalismo pela Faculdade Estcio de S de Belo Horizonte e estou fazendo minha Monografia em parceria com a minha amiga Laila Pimenta.

    O nosso tema :
    Blog, novo gnero jornalstico,
    Estudo de Caso do Blog do Jornalista Noblat.

    Atravs do professor Evaldo Magalhes, conhecemos o seu blog e gostamos muito. Por isso estamos te enviando um questionrio com 6 perguntas (em anexo) para o desenvolvimento do nosso trabalho que dever estar pronto no dia 20/11/07.  

    Se for possvel respond-las, ficaramos imensamente gratas. No seu aguardo, > Andria Bastos

                                                                            A ENTREVISTA:

     Na sua opinio, quais caractersticas um blog deve ter para ser considerado um blog de gnero jornalstico?

    JCA - A primeira coisa, ser atualizado no mnimo cinco, dez, vinte... vezes todos os dias. E com novidades. Em tempo real. Instantaneidade o grande segredo para manter o leitor e/ou leitora da Blogosfera atualizado sobre os fatos, que a editoria do BLOG avaliar, que vo acrescentar informao para seus leitores espalhados pela web.

    Como o BLOG focado na imagem de credibilidade do jornalista/blogueiro o fundamental usar o mtodo jornalstico de apurar os fatos, com critrio, checando as fontes com empenho e com velocidade - que o combustvel de qualquer Blog - usado para sair na frente da mdia tradicional, sempre mais lenta, limitada impresso em papel.

    Portanto, para ser considerado um blog de gnero jornalstico, ele tem que acrescentar credibilidade de quem escrever e a velocidade com quem posta as informaes, um fator importantssimo: se basear em FATOS, j que o jornalismo uma atividade profissional que transforma - ou deveria - em notcias o que realmente acontece.

    A, na nossa avaliao, o que veiculdado no BLOG, que possa ser considerado gnero jornalstico, tem que girar no que estabelece objetivamente o sistema de Kipling, na hora de redigir, ou dar uma notcia pelo rdio, pela TV, pela web, responder s famosas perguntas: quem, quando, onde, como e por qu?

     O que o blog jornalstico tem a acrescentar para os leitores de webjornais?

    JCA - O Blog jornalstico tem que acrescentar a angulao particular da apurao que o blogueiro fez de um determinado fato. Ele leva para seu blog, portanto para seu leitor, a informao em primeira mo, em tempo real. O que na maioria das vezes, alis quase sempre, os webjornais no fazem.

    Primeiro porque o blogueiro trabalha independente da linha editorial dos webjornais. Veicula e assume a responsabilidade individual pelas informaes que veicula na blogosfera. Dar a novidade apurada com suas fontes, construdas ao longo de anos de atuao no ramo jornalstico.

    Enfim: usa sua credibilidade para comunicar os fatos a seus leitores, sempre fiis. Esses leitores s mantem o acesso ao blog se perceber que eles encontam l um outro ngulo dos fatos, a novidade passada no mesmo momento em ocorre. Isto possvel, porque ns blogueiros andamos sempre colados aos nossos notebooks, nossas mquinas modernas que do acessos imediato Internet, no importa o local onde estivermos.

    Os Blogs esto se tornando to importantes, que muitos jornais e principalmente WEbjornais, esto contratando jornalistas blogueiros para escrever em suas pginas na rede ( veja os casos do jornalistas Noblat, Josias de Souza...).

     Como fica a questo da imparcialidade na publicao de notcias no Blog?

    JCA - A imparcialidade s possvel se o blogueiro conseguir - a maior tarefa de qualquer bom reprter - apurar os fatos com rigor para s depois transform-los em notcia. E um dos mtodos que uso para ser imparcial me apegar aos fatos sempre. S dar a notcias depois de apurar se a fonte no est nos usando como veculo para passar assuntos de seu interesse pessoal ou empresarial.

    claro que no possvel evitar que algum tipo de proveito seja tirado de uma informao.Mas, o fundamental que ela tenha o objetivo social, melhore o nvel de informao de quem a ler, ouvir ou ver. E sabe qual a punio quando algum comunicador erra, intencional ou no? simples: perde a credibilidade, perde acessos ao seu blog e com o tempo... desaparece ou vira fantasma da web - sem acessos, sem credibilidade. Pensem nisso!

     O que te levou a fazer um blog?

    JCA - Perceb que a ferramenta eletrnica - afinal o Blog nos fornece um editor eletrnico gil e de fcil uso - faria com que eu, jornalista que est no mercado a mais de 25 anos, tivesse um espao de comunicao adequado chamada economia do conhecimento. E sem precisar estar ligado a nenhum contrato de trabalho, a nehuma linha editorial de nenhuma empresa. Sem horrio para escrever, sem submeter meu matrial jornalstico a ningum. S minha conscincia profissional e aos meus leitores. bom lembar que isto no quer dizer revolta contra o chamado sistema. E sim, uma rara oportunidade de enfrentar um novo desafio, uma nova forma de comunicao, que est na ferramenta internet.

    Com isso, posso levar para meu BLOG as informaes que no tinha aonde publicar, j que no sou funcionrio de nenhum veculo, de nenhuma mdia tradicional. Sou hoje um "nanoempresrio da blogosfera". Chique, no mesmo! Olha, e tem mais: para fugir da armadilha tentadora de ficar escrevendo editoriais, artigos revoltados contra isto ou aquilo, estabelec no meu plano de negcios, que meu blog seria um BLOG DE NOTCIAS, ou seja, focado nos fatos e tentando sempre, redigir ou publicar notcias que respondam aos princpios do bom jornalismo: quem, quando, onde, como e por qu?

    E tem dado certo: em 1 ano e 8 meses de blog, atualizado diariamente no mnimo dez vezes, estou com mais de 500 MIL ACESSOS. E j tenho cinco parcerias - banners empresariais - que investem em nosso BLOG apostando no alcance, na credibilidade que construimos, desde que trabalhamos como reprter poltico e apresentador do MGT e Bom Dia Minas na Rede Globo, at nosso trabalho como ncora do Programa Economia e Negcios, da FIEMG, na Rede Minas e nosso trabalho como ncora da TV Assemblia Legislativa de Minas, com quem temos um contrato empresarial, baseado no CNPJ e no no CPF.

     H um blog jornalstico que voc sempre acompanha? Qual?

    JCA - Mais de um, claro. O do Josias de Souza da Folha de SP, do Noblat do Jornal O Globo, o do Claudio Humberto.

     Qual a sua opinio sobre o Blog do Noblat?
    JCA - a melhor possvel. Ele foi o meu guru, sem eu o conhecer pessoalmente. O blog dele foi minha referncia para criar o meu BLOG DE NOTCIAS. Afinal, Noblat um notvel jornalista, um excelente reprter, um empreendedor que pela primeira vez ousou ser independente, usando a maior ferramenta da web que um comunicador poderia ter em mos - o BLOG.

    Bem, isso!
    Olha, obrigado pela oportunidade de colaborar com o trabalho acadmico de vocs. Espero que tenha sido til aos objetivos traados pela turma de futuros colegas jornalistas. Lembarndo que todos vocs chegaro ao mercado de trabalho com a oportunidade de usar as novas ferramentas da web, entre elas, o BLOG. Acredito que muitos de vocs sero meus colegas na BLOGOSFERA. Como eu, vo virar "nanoempresrios da blogosfera".
    E, obrigado pelos elogios ao nosso BLOG DE NOTCIAS. Por favor, continuem acess-lo e o RECOMENDE para seus amigos e amigas, amplie minha audincia.
    Desejos-lhes SUCESSO!
    Um abrao do "nanoempresrio blogueiro",
    Joo Carlos Amaral.







                        Comentrios

    #1. OSORIO TERTIUS - (Email no informado)
    JOAO CARLOS AMARAL, PARABNS PELA CONQUISTA DESTA MARCA, QUE RETRATA O DIFERENCIAL DE PESSOAS COMO VOC, QUE TRANSFORMAM SONHOS EM REALIDADE. ABRAO.



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    Tera-feira, Junho 10, 2008

    Feijoada do Cabelin em Juiz de Fora, reuniu QUEM QUEM do mundo poltico, empresarial, artstico... De BH, dentre outros foram JF, o empresrio Salvador Ohana ( leia-se Lojas KLUS) e o jornalista Paulo Csar de Oliveira/Luza Lana. O simptico deputado/mdico Mrio Hering foi outra persona presente.


    Salvador Ohana, deputado Mrio Heringer,
     Paulo Cesar de Oliveira e Luza Lanna







      Comentrios

    #1. cesaromero@terra.com.br
    Caro Joo Carlos, agradeo mais uma vez o prestgio de sua presena (e da Cida) em nossa feijoada, este ano com o nmero recorde de 2.100 convidados. Aproveito para tambm agradecer a ampla cobertura da festa no seu blog. Tudo de bom.
    Grande abrao,
    Cesar Romero.


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    Quarta-feira, Maio 27, 2009

    Vale conferir entrevista do colega da Abrajet de Minas, Paulo Queiroga, mdia do Matro Grosso, aonde participou do Congresso Nacional da entidade que rene jornalistas de turismo de todo o pas.


    Entrevista com Paulo Queiroga, historiador,
    turismlgo, professor, presidente da Associao Brasileira de Jornalistas de Turismo, seo Minas Gerais ABRAJET MG.
    Queiroga comenta sobre o setor em mbito nacional e regional
    e d dicas  aos gestores pblicos
    para as ameaas e oportunidades do turismo.

     O SETOR

    --Comente sobre a  importncia da indstria do turismo no mundo e no Brasil.

    PQ: O turismo hoje a grande ferramenta de identificao dos povos. A indstria do turismo uma das economias com maior ndice de crescimento no mundo. O fenmeno da globalizao trouxe como contrapartida uma valorizao dos aspectos singulares das culturas e dos povos. Neste cenrio globalizado, os destinos tursticos se apiam em suas caractersticas prprias e diferenciadas, seja pelos aspectos culturais, arquitetura, arte, e exploram exatamente essas diferenas ofuscadas pela globalizao e pela pasteurizao das culturas. Atravs do turismo, as populaes so estimuladas a manterem seus hbitos e costumes, transformam essas caractersticas em produtos tursticos e ainda cumprem o papel histrico de resistncia, ou reao globalizao.
     

    --Quais so as maiores deficincias do setor no Brasil?  

    PQ: Para se pensar o turismo no Brasil deve se ter em mente que no se trata de um ou dois destinos tursticos. Sua imensido e diversidade, embora imprimam grande riqueza para o setor, so tambm componentes dificultadores. difcil para o planejador pensar o turismo no Brasil como um fenmeno colocado e a partir da estabelecer metas estratgias e tticas que funcionem com eficincia nessa imensido continental.

    --Como o senhor analisa a gesto pblica do setor de turismo no Brasil? Pontos fracos, fortes e evoluo? 
     

    PQ: O grande salto para o setor no pas foi a criao do Ministrio do Turismo e a consolidao de sua estrutura em mbito democrtico, como o Conselho Nacional de Turismo.

    A criao dos 65 destinos indutores em todo o pas, que atuam como plos regionais de distribuio da oferta demonstram tambm a preocupao dos gestores pblicos com a diversidade, pois focam o planejamento nas caractersticas e potencialidades locais. Este um super avano.
    Mas existem problemas crnicos que so a carncia de infraestutura bsica na maioria dos destinos, o que dificulta a atrao e permanncia de turistas estrangeiros no pas e a falta de viso para o turismo por parte dos administradores pblicos em mbitos estadual e municipal.

    --O que um gestor pblico, responsvel pela pasta de turismo de uma cidade com vocao turstica, deve fazer para colocar seu produto/cidade em evidncia nas mdias nacional e mundial?  

    PQ: Antes de mais nada deve adequar sua estratgia de comunicao com a real dimenso de seu potencial. Transformar um destino turstico em atrativo internacional leva tempo e custa caro.
    Se a comunicao for super dimensionada e no houver estrutura de servios locais para atender demanda internacional, o destino ser um fiasco. O gestor pblico em mbito municipal deve ter em mente que o aumento da demanda do setor percorre, necessariamente, um caminho clssico: do regional para o estadual e somente aps sua consolidao que se deve pensar em campanhas em nveis nacionais e internacionais. Outro ponto que no se pode pensar o turismo numa localidade onde h carncia de servios bsicos, de gua encanada e esgotamento sanitrio, por exemplo.

    --Como o Senhor v as parcerias pblico/privadas para alavancar o setor?

    PQ: a forma mais inteligente de gerir essa poderosa indstria.

    Principalmente porque uma das suas caractersticas o grande volume de setores produtivos que ele envolve, que vai deste o engraxate de sapatos aos grandes centros de convenes, passando por agncias de receptivos, lojas de souvenirs, transportes, guias locais etc.

    O poder pblico deve ser o agente fomentador das atividades produtivas do turismo e ator direto, especialmente, na questo da infraestrutura.

    TURISMO/MINAS GERAIS
    --Quais so hoje os principais roteiros turisticos de Minas Gerais?

    PQ: Minas Gerais est hoje na vanguarda do planejamento turstico em mbito nacional, embora haja muito o que fazer para transformar o estado num plo receptor consolidado.

    Os circuitos tursticos criados e conduzidos pela Secretaria de Estado do Turismo, que somam mais de 40 e a Estrada Real so dois exemplos de que em Minas, a parceria pblico/privada para o turismo funciona com excelncia.

    --Ouro preto trabalhou muito o turismo focado para o patrimnio histrico. H uma estratgia mais especifica para se trabalhar esse foco?

    PQ: Ouro Preto um caso a parte. A dimenso internacional que a cidade alcanou aps ser considerada Patrimnio Cultural da Humanidade pela ONU a grande responsvel pela sua fama.

    De qualquer forma, o turismo com base no patrimnio histrico deve ser acompanhado de um extenso trabalho de conscientizao da populao local para a preservao do patrimnio histrico. Se no houver uma poltica pblica focada na preservao do casario, ou dos calcamentos de rua, por exemplo, a tendncia do cidado comum e do administrador pblico incauto de se seduzir pela chamada modernidade, o que acabar por destruir aquilo que um dia foi o grande diferencial de atrao para o turismo. Explico: em pequenas localidades so considerados progresso o asfaltamento de ruas, a utilizao expressiva de concreto armado nas construes e a descaracterizao da paisagem natural e histrica. Esse equvoco tem sido responsvel pela destruio de diversos prespios do turismo em todo o pas.

    TURISMO/MATO GROSSO
    -- Qual sua impresso sobre  o potencial turstico do estado de Mato Grosso?  

    PQ: O Mato Grosso rene caractersticas que lhe do um potencial nico em nvel planetrio. O Pantanal, por exemplo, nico no mundo. Vimos grande preocupao dos gestores em consolidar o destino, mas h muito o que realizar. Enxergo uma maturidade do setor em Mato grosso somente a longo prazo, quando o estado fizer sua parte em infraestrutura, o que mobilizar a iniciativa privada a investir recursos na atividade produtiva do turismo.
                                                                                                       

    --E sobre o potencial turstico da Chapada dos Guimares?
    PQ: Os produtos principais de Chapada dos Guimares, alm da natureza exuberante so a paisagem urbana, relativamente bem conservada e a aura de misticismo e de paz que o lugar inspira. Tivemos a notcia de que ser construdo um telefrico com recursos do estado. Embora telefrico seja um tradicional atrativo, importante que os gestores pblicos saibam dimensionar se este o momento para isso. Os telefricos, no mundo inteiro, so construdos quando o destino oferece estrutura de hospedagem, alimentao e lazer em nveis compatveis com uma demanda exigente. Aparentemente, um telefrico em Chapada dos Guimares, atualmente, est super dimensionado para o local. Com todo o encanto do lugar, creio que seja um "passo maior do que as pernas". Com o telefrico corre-se o risco da cidade perder exatamente o que atrai as pessoas para l: Aquele ar simples e de paz de uma vila mstica.

    --Chapada dos Guimares rene atrativos variados, com belezas naturais, histria, misticismo e esoterismo. Como trabalhar produtos to diferenciados? 
     

    PQ: O mix de produtos tursticos de Chapada pode atrair turistas do mundo inteiro ligados a este tipo de ofertas. Esses produtos no so to diferenciados assim. Pelo contrrio, Felizmente, natureza, histria e misticismo ocupam o mesmo lugar na prateleira das ofertas turstica em todo o mundo. O gestor pblico precisa aprender a comparar e acompanhar, atravs de pesquisas, a demanda de turistas com a oferta de servios tursticos locais.

    --Como envolver a comunidade local num projeto de desenvolvimento turstico?

    PQ: Os conselhos municipais de turismo so o mais legtimo e eficaz meio de se estabelecer uma poltica de turismo em nvel municipal. A populao deve se envolver nas decises, mas cabe ao poder pblico o papel didtico de sensibilizar a populao para os reais objetivos deste colegiado.

    JORNALISMO/TURISMO

    --Faa uma anlise histrica do jornalismo turstico no Brasil.
    PQ: A ABRAJET, com mais de 50 anos e extensa participao poltica, a mais antiga entidade que rene profissionais do jornalismo turstico no Brasil. Atualmente, a ABRAJET tem assento no Conselho Nacional de Turismo e participa de praticamente todas as macro decises do setor, alm de apoiar institucionalmente as mais importantes iniciativas do turismo produtivo, como congressos, feiras, encontros exposies etc.

    --Qual a contribuio efetiva da divulgao jornalstica  para o setor turstico? 
     

    PQ: O jornalismo de turismo o elo fundamental entre o setor produtivo, o poder pblico e o consumidor dos produtos tursticos. 
     

    --Quantos jornalistas especializados em turismo temos hoje no Brasil?  

    PQ: Ligados ABRAJET, so mais de 300 profissionais.
     
     

    -- E quantos veculos especializados temos hoje no pas?

    PQ: Alm de jornais, revistas e programas especializados de rdio e televiso, grande parte da imprensa de turismo composta por cadernos e editorias em veculos de maior abrangncia. Praticamente, todos os grandes veculos de comunicao tem o turismo com uma de suas editorias.

    --Como a Abrajet vem trabalhando a relao com os demais representantes da associao em todo pais?

    PQ: Somos hoje, praticamente uma famlia de profissionais, onde os temas mais diversos do setor so debatidos. H ainda uma grande interatividade de contedos, onde uns escrevem matrias para os colegas publicarem em seus veculos regionais e isso tem dado bons resultados institucionais e para o setor de turismo.
     



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    Quinta-feira, Junho 11, 2009

    Emocionante e reveladora. a entrevista feita pelo nosso amigo renomado jornalista Hiran Firmino da REVISTA ECOLGICO deste ms com o saudoso prof .Hugo Werneck, que eu entrevistei vrias vezes na Rede Globo no incio movimento ecolgico no pas l pelos idos dos anos 80.

    Hugo Werneck, conservacionista e educador ambiental
    "O Amor Vencer"

    Hiram Firmino - redacao@revistaecologico.com.br

    O mestre dos ambientalistas no aconchego do lar, em sua ltima entrevista revista Ecolgico: contrariando Saramago

    Aqui, na ntegra, o ltimo recado do fundador e ex-presidente do Centro Para a Conservao da Natureza em Minas Gerais, que pregava o amor e amava os pssaros e as borboletas

    Meu ltimo encontro com Hugo Eiras Furquim Werneck, considerado por muitos o Pai do Ambientalismo Brasileiro,  se deu em 2008. Foi h quase oito meses, antes da lua cheia de novembro de 2008, vespera do lanamento da Revista ECOLGICO. Eu fui sua casa, no bairro So Pedro, em Belo Horizonte para participar-lhe a idia da linha editorial da nova publicao. E pedir-lhe autorizao no apenas para nos apadrinhar com a sua filosofia e amorosidade pela causa, como tambm para dedicar o nascimento e a existncia da revista sua histria de vida e pioneirismo na luta ambiental que hoje comove e pode significar a sobre vivncia ou no da humanidade. Foi a forma que encontramos de homenage-lo e agradecermos permanentemente seus ensinamentos,  antes e depois da sua morte iminente.

    Mesmo magro e andando com dificuldade, com auxlio de aparelhos, devido ao estado avanado de um cncer fulminante nos pulmes, ele nos recebeu com a douura de sempre. Aos 89 anos e acompanhado de Maria da Penha, sua segunda esposa e companheira fiel at o final de seus dias, Hugo no se queixou uma s vez. Nem de Deus, nem dos poluidores, muito menos da natureza e de quem ainda a degrada, apesar do placar desfavorvel. Apenas sua voz saa embargada, por estar respirando e falando com dificuldade, inclusive com ajuda de um concentrador de oxignio, via cateter nasal, 24 horas cotidianas.

    Revista Ecolgico Ento, doutor Hugo, como vo as coisas?

    HUGO WERNECK Voc no morre to cedo, rapaz! Tenho uma novidade pra te contar. Estou doido para receber alta e poder voltar ao trabalho que estava fazendo com as comunidades ribeirinhas do Rio So Francisco. Meu tema agora, antes de ecolgicos, contribuir para formarmos cidados ntegros. E para isso eu tenho de falar dos valores da famlia, da escola e da sociedade. E do amor que tambm anda sumido nas relaes atuais. Afinal, no nascemos humanos, nos tornamos humanos. Valores tambm so presentes na natureza, nos pssaros.....

      

    Como assim?

    Falo da importncia do respeito mtuo e, sobretudo, no querer bem o outro, algo que existe genuno e mais visvel nos animais. Hoje eu sou vivo, casado outra vez e agradeo a companhia que Deus me deu. Mas sempre penso no primeiro casamento com Wanda, no qual eu vivi 56 anos na mais profunda felicidade. Nunca tivemos um atrito que estremecesse a nossa relao. Havia divergncias, sim, e pensar diferente no significa ser inimigo, faz parte tambm da democracia domstica. Graas a esse entendimento prvio, tolerncia mtua que fundamental no convvio humano, ns aprendemos a transform-las, mesmo de maneira errtica, no caminho da perfeio.

    E o qu o senhor fala sobre o amor em suas viagens?

    Que ele tudo de melhor que temos de cultivar em ns. De resgatar, inclusive, o sentido da relao de intimidade entre o homem e a mulher, onde, com o tempo, o amor ultrapassa o valor da sexualidade. Que essa transformao, tal como as borboletas que saem do estado larval para voar e ganhar a liberdade, ocorre de maneira absolutamente natural e na base do dilogo. Desejo bilaterial, deciso bilateral. Isso muito importante e deve ter ressonncia. Todas as relaes, onde prevalece o afeto e o cuidado mtuos, verdadeiros, so assim. Veja os pssaros. Eles criam relaes exemplares. Voam e cantam juntos, seja em tempos discretos como no vero, ou eloquentes no vero. Comem juntos, tm tempo para si. E como j disse o mestre Jesus, nunca vemos um pssaro qualquer mendigando ou morrendo de fome feitos os humanos.

    Freud, que defendia que a cura pela psicanlise advinha do ato do ser humano basicamente falar e tomar conscincia de seus problemas, morreu de cncer na garganta. Gandhi e Lennon pregaram o pacifismo e ambos morreram vtimas da violncia. E o senhor que s fala em amor e compreenso, agora tambm no pode falar, por causa de um cncer violento nos pulmes. Como explicar isso? No se revolta, no acha que Deus est lhe sendo injusto?

    Revoltar contra o qu, meu filho,  se s tenho a agradecer? Nunca me preveni dessas coisas. Tambm nunca fumei um cigarro, a no ser nos meus primeiros tempos de casado, acompanhava Wanda e tomava cerveja preta. Isto ocorreu a cada nascimento de nossos 11 filhos. Nunca vi minha me nem meu pai, que no eram ricos se revoltarem com a vida,  mesmo quando mudaram para Belo Horizonte em meio a todas dificuldades. Na verdade, quando me disseram que eu tinha tuberculose ou cncer, eu logo pensei e me resolvi: tenho de aceitar e seguir os caminhos de Deus. Tenho um enjo permanente, sim, mesmo quando como pequenas coisas. E no tenho mais o apetite de antes. Mas engraado. No faz falta. Olha a uma outra vantagem!..

    No sente dor?

    S um pouco, no incio. Hoje tem remdio pra tudo. Mas, de qualquer forma eu tenho de confessar. Meu final de vida est muito suave, tranquilo. Estou tendo mais tempo para pensar na minha paternidade e meus filhos me enchem de ternura.  Essa a ddiva de ter, plantar e cultivar relacionamentos afetivos. A colheita, como numa lavoura orgnica, sem uso de pesticidas e outras deformidades, certa.

    Onde o senhor, que agora no pode mais ter contato com a natureza, busca essa resignao?

    No resignao. agradecimento. Hoje eu tenho e convivo com trs mdicos, rapazes ainda, de outra gerao. So cheios de idias diferentes, algumas at mais evolutivas que as minhas. Como aprendo a ser mais humilde com eles! Sou grato, enfim, pela oportunidade que Deus me deu para viver toda e qualquer experincia humana, positiva ou negativa, e a descoberta de um segredo.

    Que segredo?

    O segredo de nunca se comparar ou fazer comparao entre as pessoas. no impor nada. Deix-las livres em seu livre arbtrio. Todos os meus filhos fumaram e a nenhum deles eu disse que parassem. Isso responsabilidade de cada um, de cada ser humano consciente de sua misso consigo mesmo e com a sade do planeta, se deve ou no cuidar da sua sade, da sua prpria vida. E no mais se poluir, poluir o outro.

    Que destino o senhor vislumbra para o planeta e a humanidade?

    A humanidade marcha com dificuldades. Desde Cristo, os grandes pensadores, s se ouve falar em crimes, s se aponta o erro, a corrupo. Tudo bem, isso o mundo real e no podemos fugir sua realidade. Mas ningum fala de uma coisa chamada  virtude. Ns precisamos de gente que saiba que est fazendo o bem, que tem a convico que esse caminho, a fora e o instrumento poderoso que temos e no usamos, pouco divulgamos. As pessoas devem repensar naquilo que acreditam. por isso que agarro-me com todos os dedos no amor. No existe mais dom e instrumento de mudana que ele.

    Saramago disse uma vez, e o senhor o contestou na poca, que o ser humano uma praga no universo, que o ego e o dio, e no o amor, vencero no fim, com a escalada da sua presena nada ecolgica em todo o planeta. Continua contradizendo ele?

    Claro. O amor vencer sim. O mundo est mudando mais depressa do que somos capazes de perceber e encarar. A natureza se recompe e existir sem o homem, mas o contrrio no possvel. No entanto, no h sentido da vida, sem a existncia do homem em interao com a natureza,  e que seja norteado pelo encantamento e amor a natureza, pois esse homem tambm elemento da natureza, gerado pelo mesmos Criador. Se a conscincia ambiental chegar apenas atravs do intelecto, a humanidade ficar apenas mais culta do ponto de vista ecolgico. Mas se a tocarmos pelo afeto, pelo corao, a mudana e a salvao sero inevitveis. No existe outro caminho. Quando qualquer pessoa, rica ou pobre, branca ou amarela, enxergar uma borboleta e disser: "Que beleza!", pronto. Ela estar sensibilizada. E jamais se negar a ajudar quando um seu semelhante, ainda num estado socialmente larvrio lhe pedir esmola, mesmo se for um impostor.       

    Seu pai gostava da natureza tambm?

    Muito. Como eu tinha desejo de pegar passarinhos, um dia ele inventou uma frase para os meus castigos, que no foram poucos: "Maltratar animais e plantas indcio de mau carter", que tinha de repetir escrevendo. Eu no sabia o que era "indcio". Escrevia 100 vezes e, quando tinha folga e sabia que ia desobedec-lo outra vez, j deixava previamente escritas outras 100 dessas frases. Parece que aprendi o significado delas.

    Que recado o senhor mais gostaria de passar aos nossos leitores?

    Que eles se tornem pessoas pensantes, que usem sua inteligncia para se descobrirem e tornarem capazes de amar, descobrirem novas formas de express-lo em suas vidas cotidianas e na profisso que exercem. At na poltica ambiental no existe sua contra-indicao para isso.

    Na poltica?

    Vou te dar um exemplo. O maior erro que existe na nossa legislao, baseada to somente na fiscalizao e controle, transformar os atos contra a natureza em crimes, transformar o sujeito ou a empresa que a degrada em criminoso. Ao fazer isso, a nossa jurisdio transforma e consolida algum que fez uma coisa errada em bandido. Perante os mecanismos da natureza que nos protege, alimenta e nos faz viver, quem a degrada o faz por ignorncia, por no ter podido aprender a sua grandeza, da qual depende para viver. Uma pessoa assim, por ignorar de maneira suicida tamanha obra de Deus, a ponto de agred-la, merece o nosso apoio e no julgamento.

    Como assim?

    Crime supe inteno, e nem sempre existe isso. Se rotulada de bandida, criminosa, a sim, ela pode se transformar nisso pelo resto da vida. J o contrrio, ao perdo-la e esclarec-la atravs do que chamamos de educao ambiental, podemos estar transformando esta mesma pessoa em uma defensora do meio ambiente. Veja o caso dos caadores de ovos de tartaruga no Brasil. Hoje esses prprios nativos ganham inclusive mais dinheiro, como funcionrios ou prestadores de servio ao Ibama, para defend-las. Tal como uma borboleta em seu processo de transformao, uma criana delinquente no merece punio, mas que a transformemos em um cidado digno amanh. Imagine se matssemos ou aprisionssemos todas as larvas de borboletas? No existiriam as borboletas adultas, esvoaantes em sua beleza, leveza e graa. No existiram as "cores que voam" a nos encantar,  como uma criana uma dia me ensinou a v-las, visitando o borboletrio da Fundao Zo-Botnica de Belo Horizonte.J pensou nesta criao e Deus? Uma cor que voa? S isso, a beleza do mundo, deveria bastar para respeitarmos, amarmos e preservarmos a natureza. 

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    Sexta-feira, Fevereiro 19, 2010

    A VEZ DO VICE. Vale conferir a entrevista feita pelo jornalista Flvio Penna, com o presidente da Assemblia, deputado Alberto Pinto Coelho, do PP. O deputado a noiva cortejada na sucesso do governador Acio Neves. A entrevista est na edio fevereiro da excelente Revista VIVER BRASIL do jornalista Paulo Csar de Oliveira. Confira!!!

    Entrevista




    Agora, o executivo


    Presidente da Assembleia Legislativa de MG por dois mandatos, Alberto Pinto Coelho (PP), virtualmente candidato a vice-governador na chapa com Anastasia, diz-se preparado e motivado para novos desafios


    Texto: Flvio Penna | Fotos: Sergio Amzalak
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    Ele ocupa a presidncia da Assembleia Legislativa j por dois mandatos, reeleito que foi. Com rara capacidade de ouvir, conciliar e levar convergncia, Alberto Pinto Coelho s no ainda o candidato a vice na chapa do PSDB por uma questo cartorial. Depende de homologao da conveno. Esta posio ele alcanou por sua liderana. Numa tarde do ano passado, durante sesso plenria do Legislativo, teve seu nome lanado para ser o vice na chapa oficial. A reao do plenrio foi surpreendente. At deputados que estaro no palanque da oposio em outubro, ocuparam o microfone para exaltar suas qualidades. Alberto, votado em 750 municpios mineiros e respaldado pelo apoio de pelo menos 54 companheiros da Assembleia topou o desafio e busca transformar em apoio partidrio, a colaborao parlamentar chapa de Antonio Anastasia. Aqui um pouco o que pensa o deputado pr-candidato sobre poltica mineira, em especial.







    O surgimento dos nomes do vice-presidente Jos Alencar e do ex-presidente Itamar Franco, no processo sucessrio mineiro, causa mudanas nas negociaes que vinham sendo feitas?
    So dois nomes de grande estatura poltica e se eles esto no processo tm que ser considerados. Naturalmente um quadro, que no caso especfico do vice-presidente, envolve uma situao particular, pelo momento que ele vive com sua sade. Outro dia, num encontro do Ministrio Pblico, do qual participei tambm, ele disse que, se a sade permitir, e se os eleitores desejarem, colocar o nome para disputar uma vaga ao Senado. Numa conversa descontrada afirmou que nesta altura a contribuio que gostaria de dar no Legislativo. Dada a sua sade, ele no se disporia a participar de disputa pelo Executivo. J o presidente Itamar Franco um homem com grandes servios prestados ao estado e nao e que se coloca disposio. Usando uma metfora, j garantiu que colocou o meio e calou as chuteiras e est disposio. Isto engrandece o quadro poltico no apenas mineiro, mas nacional. Os prximos movimentos que vo desdobrar esta equao nas coligaes, mas em decorrncia do quadro nacional.
    O governador j se coloca candidato ao Senado e agora aparecem dois outros nomes. Eles vo se enfrentar nas eleies?
    Eu diria que os trs, sem deixar de considerar outros nomes tambm importantes, inclusive do senador Hlio Costa que pr-candidato ao governo de Minas, so de muita relevncia o que sinaliza uma disputa  acirrada. Sero apenas duas cadeiras, o que abre a oportunidade para quatro nomes. Itamar Franco e Jos Alencar so apontados, no mbito de Minas Gerais, como candidatos ao Senado. Mas eu entendo que o nome do ex-presidente Itamar uma grande reserva do estado para compor como vice na chapa nacional do governador Jos Serra.
    O senhor ainda acredita nesta possibilidade?
    Os mineiros se ressentem de no ter o nome do governador Acio disputando as eleies e um como o do presidente Itamar Franco pode mudar o nimo.
    O senhor que poltico, que conhece a alma do poltico, acredita que quem j foi o mais, aceitar ser o menos?
    Isto depende muito, como voc colocou, do que vai na alma. Quando se dispe a servir, e entendendo que para Minas Gerais ficar disposio para uma composio realmente relevante, naturalmente ele no ter vaidades e veleidades pelo fato de ter sido presidente da Repblica. Como, no caso do Itamar Franco, ele foi presidente da Repblica e depois veio a ser governador.
    E o processo sucessrio mineiro, como est seu encaminhamento?
    Eu vejo o processo mineiro como o desdobramento da equao nacional. Vamos ter duas candidaturas, uma retratando o Partido dos Trabalhadores e aquilo que ele conseguir levar de coligao, e a do atual vice-governador, que ser governador a partir de abril. Ou seja, o ocupante do Palcio da Liberdade um candidato natural reeleio. Eu vejo hoje uma satisfao muito grande dos mineiros como um todo, com o governador Acio Neves. Ento vejo a  8 candidatura do vice com grandes possibilidades de xito sem, no entanto, desmerecer o quadro mineiro como um todo, com nomes expressivos na disputa, como os colocados pelo Partido dos Trabalhadores e o do senador Hlio Costa. Mas eu acho que h um forte sentimento dos mineiros de dar sequncia administrao atual com os avanos que ela possa ter. Este tambm o sentimento na classe poltica. Eu ouo dizer que se o PMDB fechar acordo com o PT em Minas assegura a unidade da base de apoio do presidente Lula, o que uma falsa colocao, pois a maioria dos partidos que compem a base de sustentao do presidente apoia, em Minas, o governador Acio e tem uma tendncia natural de continuar no arco de alianas.

    Numa disputa sucessria estadual, quem tem mais capacidade de transferir votos ao seu candidato: o presidente ou o governador?
    Sem sombra de dvidas, o governador influencia mais. E isto uma realidade em todos os estados. A eleio presidencial fica mais distante do eleitor. Aqui em Minas o governador Acio Neves no ser  cabo eleitoral. Ser general eleitoral.
    O senhor apontado como o mais provvel companheiro de chapa do candidato do PSDB, Antonio Anastasia. Mas todos sabem de suas relaes estreitas com o senador Hlio Costa. Como encara esta situao de bater chapa com o seu amigo pessoal?
    Realmente tenho boa relao com o ministro Hlio Costa. Mas hoje o meu partido, o PP, tem afinidade total com o projeto do governo Acio Neves e, por isso, com a tendncia natural de caminhar com o candidato indicado pelo governador. Se eventualmente vier a compor a chapa, me sentirei muito vontade, pois estarei num campo que tem muita identidade com o meu partido e com minha viso poltica. Naturalmente respeitando muito o senador Hlio Costa e sua trajetria como homem pblico.
    Poltica a arte de correr riscos. O senhor estar largando uma reeleio certa por uma incerta, caso seja mesmo o vice. O que o motiva?
    O que me motiva poder participar de um governo com a mesma dimenso da administrao de  Acio Neves. A vida impe desafios. No fico prisioneiro de mandato uma vez que terei a oportunidade de ser companheiro de chapa do futuro governador e poder contribuir tambm, quem sabe, no Executivo.
    O senhor j tinha pensado em concorrer a um cargo do Executivo ou se entusiasmou com o apoio manifestado por deputados que, no plenrio, lanaram o seu nome para vice?
    O seu nome ser lanado a uma candidatura majoritria, eu sempre soube que teria que ser muito alm da prpria fora ou at das foras partidrias. Ela tem que ser uma convergncia de foras polticas, s vezes acima at dos partidos. Os que me lanaram viram em meu nome a oportunidade do parlamento estar representado numa chapa para a disputa do Executivo. Na composio de chapa majoritria, pertinente se buscar grande lder de uma regio. Eu diria que a partir do apoiamento de meus pares no Legislativo estadual que eu me credencio. Teve um parlamentar que foi muito feliz em sua colocao. Ele disse que, se consigo agregar 54 parlamentares que representam 700 municpios e, portanto, 700 prefeitos espalhados por todo o estado, meu nome estaria lastreado politicamente em todas as regies de Minas por meio dos deputados que apoiam.

    O senhor j est discutindo a composio da chapa?
    Antes eu queria dizer que existe um certo desconforto para falar sobre vice. At porque vice no postulao. Eu no me lano vice. Eu estou sendo posto como vice, embora tenha que me colocar como pr-candidato como um nome inicialmente de meu partido, com apoios, sem o que nada prospera. Conversar eu converso muito, mas estou aguardando o momento...
    Mas o senhor j no aguarda com tanta ansiedade, pois seu nome um dos mais fortes. O senhor j se considera certo?
    No, eu vejo o meu nome como uma opo. No sei nem avaliar se o mais forte.  Este arco de aliana pode vir a contemplar ainda o PMDB. Agora, naquilo que compete a um pr-candidato, eu estou fazendo a minha parte.
    O apoio candidatura do vice Anastasia vai refletir o que existe hoje na Assembleia, com PT e PMDB na oposio e os demais partidos apoiando?
    Hoje eu vejo uma dificuldade interna no PT e no PMDB que poder desaguar numa dissidncia, numa certa apatia. Eu acrescento ainda uma viso que bastante realista. Os partidos, na realidade, tm contribuio nas eleies majoritrias no tempo que oferecem para a propaganda eleitoral. Voc no v entre as lideranas municipais uma correspondncia biunvoca, em que um prefeito de determinado partido vote num deputado e no candidato majoritrio da mesma agremiao. Isto uma realidade que h muito tempo se torna mais aguda em cada eleio. A liderana municipal e o eleitor no excluem candidato de outra legenda para votar apenas no de seu partido.Vota naquele que achar que melhor representa os interesses da cidade. Ento, imaginar que um partido forte pelo nmero de filiados ou de prefeitos que elegeu, uma meia verdade. No estou tirando a representativa partidria do parlamentar. Falo sobre a realidade do voto. Isto o resultado da pulverizao dos partidos, com legendas sem qualquer compromisso. preciso uma reforma eleitoral.
    Acha que haver uma renovao profunda?
    A minha vivncia mostra que sempre h ndice de renovao que fica na casa dos 30%. Isto fcil de explicar. Quando se fala em poltica de forma genrica, h uma grande rejeio, mas quando o eleitor trata especificamente de um poltico, a rejeio no tem esta dimenso.
     
    Caso seja confirmado na chapa continuar na presidncia da Assembleia?
    Eu no vejo necessidade de licenciar-me. Considero perfeitamente concilivel. O trabalho legislativo se d fortemente em trs dias da semana: tera, quarta e quinta. Nos outros dias no h sesses deliberativas de plenrio, o que nos permite intensificar a representao parlamentar. A campanha no interior do estado d-se, normalmente, no final de semana. Alm disto, numa campanha para o governo, a figura central o candidato a governador. Cabe ressalvar o dever da minha conduta, como presidente do Legislativo, de maneira imparcial, atuando, como magistrados, fora dos contornos do processo eleitoral.
    Minas tem hoje quatro pr-candidatos. Todos com condutas inatacveis. Isto um privilgio?
    realmente privilgio. Vou adiante, vivemos um momento singular pela presena de lideranas empresariais na expectativa de ocuparem postos de relevncia em entidades nacionais. o caso do Robson Andrade que dever ser o novo presidente da Confederao Nacional da Indstria, entidade que representa 30% do PIB nacional.
    A ministra Dilma nunca disputou eleies e ser candidata. Anastasia nunca disputou eleies e ser candidato. Isto significa o qu?
    Quinze anos atrs, eu convivia no meio poltico e era visto como tcnico. Hoje sou visto como poltico. No caso do professor Anastasia, eu vejo algum que um tcnico renomado, talvez o mais renomado, mas que prima por sensibilidade poltica, viso poltica de poucos. J a ministra Dilma Rousseff, o que a credencia ser gerente competente, autocrata que bate na mesa, mas para governar preciso ter capacidade de ouvir, de acertar, medida que conseguir convergir todas as opinies. Se o presidente Lula, com os ndices de aprovao que alcana, tivesse no seu campo algum com os atributos do professor Anastasia, este candidato no estaria derrapando num patamar de 20%.











    Divulgao
    Divulgao


    Biografia credenciada

    Apoio ele tem. Alberto Pinto Coelho eleito e reeleito presidente da Assembleia, com 74 dos 77 votos possveis  tem o nome apoiado pelos 12 partidos e pelos 58 parlamentares da base do governo Acio Neves, para ser o vice na chapa de Anastasia.
    Ele considerado por polticos mineiros como um dos melhores presidentes que a Assembleia j teve. E no por acaso. Alberto Pinto Coelho agrega ao trabalho legislativo carreira
    de mais de 30 anos, como administrador, gerente e diretor
    da extinta estatal mineira de telecomunicaes (Telemig),  considerada a empresa modelo do sistema Telebrs



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    Segunda-feira, Maio 10, 2010

    Novas ideias. Novo rumo. Vale conferir entrevista do presidente eleito da FIEMG, o empresrio OLAVO MACHADO Jr.. Ele toma posse dia 27 de maio. E concedeu entrevista exclusiva ao jornalista Flvio Penna - para excelente revista VIVER BRASIL de Paulo Csar Oliveira.Vale conferir o que pensa o novo presidente da Fiemg.


    Defensor voraz


    Assim podemos definir Olavo Machado, que assume a presidncia da Fiemg neste ms de maio, quando o assunto a indstria mineira


    Texto: Flvio Penna | Fotos: Petrnio Amaral
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    Olavo Machado Jnior um engenheiro que se orgulha de ser empresrio, de "nunca ter trabalhado como engenheiro com carteira assinada". Desde que se formou, dedica-se inteiramente empresa do setor eltrico que fundou. H mais de trinta anos vive a Fiemg, participando de sucessivas diretorias.
    Neste ms de  maio, no dia 27, atinge o cargo mximo, assumindo a presidncia da entidade para a qual foi eleito com 98% dos votos do colgio eleitoral da federao. Defensor intransigente da empresa mineira, Olavo Machado cobra do governo a valorizao do empresrio local que, segundo ele, precisa ter a garantia de, no mnimo, regras iguais na concorrncia com a indstria estrangeira. Com a igualdade, sem protecionismo, ele aposta na capacidade de nossos industriais.

    Dos empresrios de verdade, no "dos bandidos que so tratados como empresrios", ressalva ele, nesta entrevista.
    Minas foi o estado que mais perdeu receita com a crise econmica. Qual a perspectiva de recuperao com a retomada da economia?
    Ns temos um vcio de julgar a economia por mdia. Isto significa que um lado pode estar muito bom e o outro muito ruim. Ento a primeira coisa que precisamos fazer analisar a economia dentro de um quadro mais real. Bom, neste aspecto a grande empresa vai muito bem. Ela est estruturada, tem mercado internacional.
    O problema que a grande empresa mineira trabalha com commodities. A pequena e mdia so as que fazem PIB, que agregam valor. Ento quando voc tem poucas empresas que agregam valor s commodities, voc sofre muito mais numa crise.
    So Paulo sofreu menos porque tem mais diversificao, com empresas com grande capacidade de agregarem valor em quase todo os segmentos industriais. Isto no significa que a gente deve parar de vender commodities. O que devemos fazer agregar valor a pelo menos uma parte delas, dando assim maior diversidade ao nosso parque industrial.
    Por que a indstria mineira to pouco diversificada, com pouca capacidade de agregar valores?
    Se voc revir a nossa histria, ver que h sculos estvamos voltados para a minerao. Por outro lado, ns nos preocupamos muito com o que os outros esto ganhando, quando deveramos nos preocupar com o quanto estamos ganhando. No capitalismo no pode haver constrangimento em ter lucro.
    Quando h o lucro, a empresa flui normalmente, quando no h, os problemas surgem. Quem trabalhou muitos anos como fomos obrigados a trabalhar, com uma economia de Terceiro Mundo, acaba criando um enorme passivo. Se voc pegar a legtima indstria mineira, ver que ela tem passivo trabalhista, passivo ambiental, financeiro. Ento este empresrio s vai recuperar este passado apoiado em aes governamentais.
    Fora disto fica muito difcil. A voc tem que buscar empreendedores de fora, reconhecendo nossa incapacidade de empreender. S como exemplo, veja o setor de couro, dos curtumes. Ns criticamos muito o setor, acusamos os empresrios de serem despreparados, no terem sensibilidade enquanto em outros estados, com rebanho muito menor que o nosso, a atividade exercida com tecnologia, sem poluio, com grande eficincia.
    Mas que o nosso empresrio vem do passado, quando o trabalho de curtir o couro era secundrio. Hoje uma atividade nobre, que agrega valor a um produto, gera riqueza e empregos. Ento o que precisamos fazer apoiar este empresrio, dar a ele condies, por pior que ele tenha sido, porque ele conhece a expertise do negcio. Ento falta apoio para que o mineiro, que bom empreendedor, se desenvolva.
    O senhor diria ento que est ocorrendo uma desmineirizao de nosso setor industrial? Temos poucos empresrios mineiros?
    No tenha dvida. Acho que esta a grande preocupao. Primeiro ns estamos vendo a migrao das decises para fora do estado. que a maneira de tratar o empresrio daqui est errada. Eu no sou contra a fiscalizao, o cumprimento das regras, temos de ser rigorosos, mas tem que ser com todos, de dentro e de fora.
    Ento quando eu vejo uma verdadeira multinacional do setor eltrico, como a Cemig, deixar para trs nossas empresas produtoras de material eltrico, fico com a certeza de que alguma coisa est errada. Estamos desperdiando valores, deixando de criar um parque industrial para atender esta empresa, cuja atividade permeia vrios segmentos e, portanto, capaz de estimular o surgimento de novas empresas e desenvolvimento de tecnologia.














    "Quando uma
    multinacional do
    setor eltrico, como
    a Cemig, deixa para trs
    nossas empresas produtoras de
    material eltrico,
    algo est errado"

    No plano nacional, no corremos o risco de assistirmos a uma desindustrializao causada pelas importaes, j que no conseguimos concorrer com os produtores estrangeiros?

    Primeiro uma correo na sua colocao. Ns temos, sim, condies
    de concorrer com eles, desde que a regra seja a mesma. No temos nenhum receio de concorrer com qualquer fabricante do mundo. Mas no podemos concorrer com regras diferentes. Se nosso encargo trabalhista x e o deles y menor que x, ento preciso onerar o produto importado baseado no que paga a indstria brasileira.
    Se nossa carga fiscal maior do que a praticada no pas de origem do produto importado, ns precisamos ter uma contrapartida nas sobretaxas. Se for assim, seremos muito competitivos. Agora, voc querer que com o custo Brasil enorme que temos, o empresrio concorra, dentro de nosso mercado, com empresas que no tm esta sobrecarga, covardia.
    No queremos privilgios, mas tambm no podemos aceitar coisas como o contrabando que acaba com o emprego. muito bom comprar produtos no onerados com impostos, mas quem compra coloca o seu emprego em risco. Importa destacar ainda que esta sonegao s feita no comrcio. O industrial no tem como fazer isto. mais fcil de ser fiscalizado, ainda mais com a nota fiscal eletrnica.

    Mas o no exigir nota, o que facilita a vida do sonegador, da cultura de nosso povo.

    Acho que nosso descaso comea quando no pensamos para a escolha de nossos representantes no Legislativo. E este um bom momento para discutir isto j que estamos em ano eleitoral. preciso escolher bem nossos representantes. Depois no sabemos cobrar, pressionar que as leis sejam feitas em benefcio da sociedade. Alm disto, encaramos a informalidade com muita naturalidade. Para ns, quem est vendendo sem pagar impostos, mais esperto, mais inteligente que os outros, sem enxergarmos que ele est acabando com o mercado, s vezes inviabilizando empresas grandes.
    Temos que defender nosso mercado interno. No sou apologista de fechamento de mercado. Defendo a livre iniciativa, mas precisamos cuidar do mercado interno at como forma de alavancar nossa economia para que possamos disputar l fora. defesa sem protecionismo, mas com igualdade. Toda vez que adotamos o protecionismo criamos cartel. Protegemos pessoas, grupos. A sociedade ficou para depois.

    O senhor fala na necessidade de escolher melhor os parlamentares. No est na hora de o empresrio entrar na poltica diretamente, em vez de apoiar candidatos apenas?

    Realmente ns temos no empresariado muitos nomes bons, mas preciso lembrar que para ser poltico preciso ter outros dons, outras qualidades. Se voc eleger um empresrio de nada adianta porque ele no vai modificar nada sozinho. Se voc eleger muitos empresrios, vai haver uma distoro no Congresso ou na Assembleia e o que a gente espera que nestas Casas haja pessoas de bem, que pensem no todo e que consigam fazer com que cada coisa tenha o seu peso relativo. Mas o que me preocupa a falta de sensibilidade da mquina estatal com o empresrio.
    Hoje qualquer bandido tratado como empresrio. O sujeito que estava corrompendo, sonegando, fazendo contrabando, empresrio. Este no pode ser chamado assim. Empresrio o que levanta cedo, trabalha at mais tarde do que os outros, ao final do ms paga seus impostos, suas contas, suas obrigaes sociais e ainda tem que ficar torcendo para conseguir a sua retirada. E eles so poucos aqui. Minas Gerais tem 93 empresas com mais de mil empregados.
    Somos 1,8 mil com mais de 100 empregados. No estou falando em empresas com sede aqui no. Falo em empresas que operam aqui. Mas isto no caracterstica da economia mineira apenas. um problema do Brasil. Nossa legislao causa essa distoro. O cidado abre uma empresa e depois no consegue fech-la. Quando se olha o quadro de empresas industriais registradas, v que elas so 120 mil.
    Ao analisar a receita percebe que apenas 3,8 mil empresas so responsveis pelo recolhimento de 90% dos impostos e por 72% dos empregos. Quem est oferecendo emprego a grande empresa. O pas deveria estar incentivando as pequenas para que elas cresam.
    O que acontece que o pequeno no quer crescer para no ter que pagar imposto. Estamos criando pessoas espertas que tm uma carga tributria diferente das demais. A carga tributria alta realmente, mas no a nica razo da sonegao e da informalidade. O que falta mesmo incentivo para o pequeno crescer.













    "Realmente ns temos
    no empresariado
    muitos nomes bons,
    mas preciso lembrar
    que para ser poltico
    preciso ter
    outros dons"

    H no estado uma economia invisvel, formada pelas pequenas indstrias do interior, como as que fabricam cachaa, farinha e outros produtos. Como esto estes empresrios?
    Estas pessoas so desconsideradas. Ningum olha por elas. A preocupao muito mais com os maiores. Em trazer gente de fora do que incentivar os daqui para eles se superarem. Por que precisamos trazer gente de fora para dar emprego aos mineiros? Por que no o prprio mineiro que vai criar este emprego, como sempre foi? No sou nada contra a abertura, a internacionalizao da economia, mas a empresa s comea a criar razes no lugar depois de 20, 30 anos. Quando vem a preocupao de tirar e levar para fora. Com o passar do tempo ela vai se enraizando. Isto normal, acontece com a gente tambm quando criamos empresas fora. Mas tem que haver diferenciao para que o empresrio local possa ter mais sucesso. Ns temos tudo, mas no valorizamos o que temos. preciso cuidarmos desta valorizao, de prepararmos pessoal capaz de levar adiante o crescimento. Como vamos pensar em desenvolvimento se no formamos, por exemplo, engenheiros em nmero suficiente.
    Assumindo a presidncia da Fiemg o senhor ter sob seu comando um dos mais sofisticados e completos sistemas de ensino do pas. Quais so seus planos na rea?
    O Sesi a primeira grande franchising do Brasil. Ele competente, preparado, habilitado, bem-estruturado e tem a mesma cara no Brasil inteiro. A mesma coisa o Senai. S que, na minha opinio, ele precisa estar frente da indstria. Ele tem que preparar hoje o funcionrio da indstria de amanh. No preparar hoje o que ela precisava ontem. Agora, vejo a necessidade tambm de um investimento macio, vigoroso de educao do empresrio. Temos que preparar o nosso empresrio. Com pessoas preparadas, empreendedores mais ousados para a disputa de mercado, podem estar certos de que mudaremos o estado.
    O senhor falou em eleies. As deste ano preocupam os empresrios?
    Preocupam sim, mas eles deveriam estar mais preocupados. Todos sabemos dos nus e das dificuldades que surgem quando nos enganamos e colocamos pessoas no habilitadas no governo. Minas vem num crescente de bons governos e no podemos regredir. Felizmente os candidatos que esto a colocados so todos habilitados, preparados. Para a Presidncia da Repblica a mesma situao.
    Pelo visto os senhores no contam com nenhum grande susto nestas eleies. No h como mudar muito.
    Eu no vejo como mudar. uma evoluo natural. O presidente Lula, por exemplo, fez o pas crescer, avanar. lgico que recebeu do antecessor uma boa base e vai passar o pas ao seu sucessor com uma boa base tambm. A ministra Dilma e o governador Serra so pessoas preparadas. Acho que no vai mudar nada no. s a gente ter um pouquinho de juzo que ns crescemos e resolvemos nossos problemas.
    A crise acabou?
    A crise que afeta o pequeno sempre existiu, no acaba nunca. A crise que afetou o grande diminuiu muito. A gente espera que o mundo continue crescendo. A gente no cresce mais sozinho. No h como o Brasil se isolar, achar que ele ser uma ilha de prosperidade no mundo que vai acabar. Ns no podemos perder a crise de vista. Precisamos tirar os ensinamentos dela. H muito a aprender com esta crise.



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    Quarta-feira, Setembro 1, 2010

    Nesta quarta-feira noite voc tem encontro marcado com JCAmaral na REDE SUPER!!!





    Assista nesta quarta-feira, s 20 horas.
    Talk Show do Joo Carlos Amaral.

     Coloque na sua agenda e assista!!!

    NOVO PRESIDENTE DA FECOMRCIO.

    O empresrio Lzro Gonzaga
    fala sobre os planos dele para a histrica
     e poderosa Federao do Comrcio de Minas Gerais.
    Ele destaca que j iniciou o processo de mudanas
     nas diretorias do SENAC e o SESC em Minas.

    Est colocando novas mentalidades,
    afinadas com a sociedade globalizada,
     interativa, moderna.

    Vai formar CONSELHOS
     em diversos segmentos de atividades
    da FECOMRCIO
     para ajud-lo a pensar o novo modelo
     que ele est implantando na entidade,
    depois de quase 25 anos
    de uma mesma direo,
    encabeada por Renato Rossi.

    Mais detalhes?
    Ligue no nosso Programa
    na REDE SUPER, canal 23 em BH.
    Ou entre na pgina www.redesuper.com.br

          HOJE, 20 horas.
    TALK SHOW do Joo Carlos Amaral!
    assista na Rede Super. 

    Foto
    Lzaro Luiz Gonzaga 
    nosso entrevistado
    de HOJE NOITE 
     foi eleito por unanimidade
    para a presidncia da diretoria
    que comandar
    a Fecomrcio nos prximos quatro anos


    Nesta quarta-feira, s 20:00
    REDE SUPER

    TALK SHOW
    Joo Carlos Amaral, assista!!!

                                                                    

     

    O "Programa Joo Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET,
    toda quarta-feira,s 20 horas,
    com reprise:
    s sextas-feiras
    s 9:00 hs da manh.



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    Quarta-feira, Setembro 8, 2010

    Hoje s 20 horas na Rede Super. Voc tem um encontro marcado com Joo Carlos Amaral e o dr. Eduardo Pinho Tavares.





    Assista nesta quarta-feira, s 20 horas.
    Talk Show do Joo Carlos Amaral.

     Coloque na sua agenda e assista!!!

    O dr. Eduardo Pinho Tavares,
    renomado mdico geriatra e gerontlogo
    um craque na rea de emagrecimento
    com qualidade de vida,
    fala sobre os mtodos inditos
    que ele aplica no tratamento
    de seus e suas pacientes
    na Clnica CLINLIFE que ele fundou,
    aqui em BH, com filial em Divinpolis
    na regio centro-oeste de Minas.

    D dicas sobre como devemos lidar com a situao:
    envelhecer como peso ideal
     sem perder a sade.

    Mais detalhes?
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    na REDE SUPER, canal 23 em BH.

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          HOJE, 20 horas.
    TALK SHOW do Joo Carlos Amaral!
    assista na Rede Super. 

    Dr. Eduardo

    Dr. Eduardo Pinho Tavares
    nosso entrevistado 

    Nesta quarta-feira, s 20:00
    REDE SUPER

    TALK SHOW
    Joo Carlos Amaral, assista!!!
                                                                   
     

    O "Programa Joo Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET,
    toda quarta-feira,s 20 horas,
    com reprise:
    s sextas-feiras
    s 9:00 hs da manh.



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    Quarta-feira, Fevereiro 16, 2011

    Fala governador Anastasia!!!


    Transcrio da entrevista do governador Antonio Anastasia em Nova Serrana
    15/02/11 - 11:47

    Evento: Abertura da 8 Nova Serrana Feira e Moda

    Local: Nova Serrana (MG)

    Data: 15/02/2011

    Assuntos: Decreto da contrapartida social, incentivo ao setor caladista e Feira de Nova Serrana

    Sobre o ICMS, como influenciou isso para o setor caladista em Nova Serrana?

    Bem, na realidade, tnhamos a necessidade dessa reduo do ICMS para dar mais competitividade ao produto mineiro, tanto no mercado interno quanto tambm no mercado internacional. Foi uma reduo que era reivindicada pelas lideranas j h muito tempo e veio para colocar Minas Gerais nessa ponta de vanguarda. Foi muito positivo e vimos, de acordo com o relato do Sindicato, do Sindinova, como que o efeito foi positivo com o aumento expressivo das vendas de calados.

    A China no mais um risco hoje?

    A China, naturalmente, tem l suas qualidades. Mas confiamos mais nos nossos produtos, com mais design, com mais criatividade, foi empreendedorismo, e sabemos que uma questo cambial, que um tema do Governo Federal. Mas estamos confiantes que ser superado em breve e Nova Serrana vai ter a condio de exportar ainda mais do que j exporta hoje, que j um grande portento.

    Governador, o senhor se surpreendeu com a qualidade dos produtos expostos aqui na 8 Nova Serrana Feira e Moda?

    Eu no me surpreendi porque eu j conhecia. Estive aqui no ano passado. Inclusive, no ano passado eu recebi aqui um presente, que fiquei muito honrado e j utilizei muito, um calado aqui de Nova Serrana. Ento, queria dizer que uma qualidade que s surpreendemos com a melhora. Ano a ano uma melhora dessa qualidade. Ento, queria aproveitar para cumprimentar mais uma vez aos empresrios de Nova Serrana por essa qualidade, que muito importante manter esse nvel de qualidade.

    Pode aguardar tambm alguma medida do Governo do Estado para incentivar o negcio da economia?

    O Estado inteiro. O Estado inteiro fruto de nosso esforo. O meu governo tem como fundo principal a gerao de empregos. E para a gerao de empregos precisamos ter empresrios porque quem gera empregos no o Estado, no o poder pblico, so os empresrios. Ento, temos a adoo de diversas medidas, tanto na rea da produo de caf, leite, minrios, como tambm da indstria, para estimular a gerao de empregos. Esto sendo feitos passo a passo.

    O senhor conseguiu corrigir o repassa para a Copasa que no foi feito no Governo do Acio? Que era para o Saneamento Bsico e no foi feito de acordo com o Ministrio Pblico?

    Lamentavelmente foi uma pequena intriga criada no passado. Estamos completamente dentro dos valores. uma boa lembrana. Recentemente o jornal O Globo publicou o ranking do Saneamento Bsico no Brasil. O primeiro lugar Braslia, o segundo So Paulo e o terceiro Minas Gerais. Estamos frente do Rio, do Rio Grande do Sul, do Paran, para mostrar a qualidade da Copasa e o nvel de investimentos que fazemos, que muito bom.

    Como vai funcionar esse decreto que o senhor anunciou?

    Esse decreto inovador no Brasil. Pela primeira vez, estamos levando aos municpios uma parceria pela mobilidade social. Ou seja, na medida em que colocamos recursos do Tesouro do Estado nos municpios, os municpios se comprometem tambm a fazer uma contrapartida social. O que isso? dentro das diretrizes do Governo do Estado e tambm do governo federal trabalhar em conjunto para a melhoria de indicadores de educao, sade e assistncia social.

    Governador, com o problema do meio ambiente, os empresrios de Nova Serrana necessitam da construo de fossas spticas nas indstrias. H um compromisso da Copasa no sentido de construo da estao de tratamento de esgoto no municpio de Nova Serrana?

    No h dvida que sim. o que acabei de falar aqui. J temos hoje, em termos de esgotamento sanitrio, de saneamento, uma posio muito boa no Brasil. Vamos continuar investindo, e o prefeito acaba de ver, aqui, que a licitao j est em curso.

    Governador, como o senhor analisa a poltica de crescimento do setor caladista?

    De maneira extremamente otimista. Somos testemunhas de que Nova Serrana a cidade que mais cresce em Minas e cresce exatamente em razo do polo caladista. Ento, queria cumprimentar Nova Serrana, dizer que estou extremamente satisfeito com essa visita, muito honrado em ser o primeiro governador de Minas Gerais a abrir oficialmente essa feira e me comprometer a estar aqui no ano que vem, novamente nessa feira, no incio do ano. Com certeza, com inauguraes de obras, em parceria com a prefeitura, para constatarmos como esse ano de 2011 ter sido bom, tambm, para os calados de Nova Serrana.

    A importncia desse evento para os empresrios do Estado.

    um evento muito importante porque ele permite a demonstrao da capacidade empreendedora, aqui, dos empresrios de Nova Serrana e da regio. Percebemos que Minas Gerais, hoje, tem no polo caladista uma grande possibilidade de gerao de empregos. (TRECHO INAUDVEL). O Governo do Estado parceiro firme dos empresrios nesse segmento e minha presena aqui para declarar essa solidariedade e para cumprimentar os empresrios de Nova Serrana e da regio pelo grande estmulo que tm dado economia de Minas Gerais.
    Contedo Relacionado
    Minas Gerais cria contrapartida social para repasses pblicos
    Anastasia participa de abertura da feira de calados de Nova Serrana
    Entrevista do governador Antonio Anastasia na abertura da 8 Nova Serrana Feira e Moda


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    Quarta-feira, Fevereiro 23, 2011

    Daqui a pouco: 20:30

    HOJE NOITE
    voc tem encontro marcado
    com JCAmaral na Rede Super!!!
    Edio Especial SADE.
    Assista nesta quarta-feira, s 20:30 horas.
    Talk Show do Joo Carlos Amaral.




     Coloque na sua agenda e assista!!!

    EMAGRECIMENTO & SADE
    O geriatra e gerontlogo, dr. Eduardo Pinho Tavares fala sobre a relao entre imagem e emagrecimento. Sobre a importncia das pessoas terem uma dimenso real do corpo e lidar adequadamente com ele. O papel da vontade no resultado de uma programao de emagrecimento com sade.

    Dr. Eduardo

    Dr. Eduardo Pinho Tavares
    fundador e gestor da Clinlife e idealizador do conceito Life Reveal. Sua larga experincia em Geriatria preventiva (Longevidade Saudvel), Emagrecimento, Reeducao Alimentar e Qualidade Fsica, tornaram-no referncia em programas voltados para promoo da qualidade de vida. Seu trabalho se destaca pela adoo da filosofia de atendimento integrado com seus colaboradores e pela abordagem completa e personalizada dos pacientes.
    Os programas de promoo da sade desenvolvidos por Dr. Eduardo abrangem tanto o histrico e perfil fsico, quanto s caractersticas emocionais dos atendidos. Este cuidado especial com aspectos individuais de cada pessoa desperta nos pacientes o desejo de mudar, abraando uma nova maneira de viver, com mais sade, disposio, bem-estar e beleza.



                  Dr. Eduardo Pinho Tavares mdico geriatra, especialista em Geriatria e Gerontologia pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Psgraduado em Sexualidade Humana, Medicina Ortomolecular (SP) e Medicina Esttica (Sociedade Brasileira de Medicina Esttica); e Ps-graduando em Medicina do Esporte.


    Mais detalhes? Ligue hoje 20:30
    no canal 23 e confira.
    Saiba tudo nesta quarta noite
    no Talk Show do Joo Carlos Amaral
    na REDE SUPER.

    DETALHE:
    assista pela TV canal 23 cabo 
    ou pela internet.
    s digitar: www.redesuper.com.br 

                                                                    

     

    O "Programa Joo Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET,
    toda quarta-feira,s 20:30
    com reprise:
    s sextas-feiras s 9:00 da manh.


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    Sbado, Maro 12, 2011

    Fala governador Anastasia.

    Local: Palcio Tiradentes
    Cidade Administrativa
    Presidente Tancredo Neves

    Data: 10/03/2011
    Assuntos:
    PSDB, Reforma Tributria
                                                     

    A direo do PSDB est falando que para 2014 h a possibi lidade de prvias para o candidato para 2014, presidencial. O que o senhor acha de prvias?
    Primeiro eu acho que 2014 est muito longe ainda, tenho dito isso a exausto. Acho que ainda no o momento de tratar das eleies de 2014. Comeamos o governo agora, ento ainda tem muito tempo. Agora, claro que o partido tem de ficar rediscutindo os temas, pensando no futuro. A questo de prvias, no passado, o tema das prvias foi discutido, o prprio partido adentrou essa possibilidade, acabou que no foi adiante. Mas acho que a essa altura muito precipitado falarmos qualquer tipo de definio quanto a procedimentos, metodologia. O importante do partido, agora, inclusive estamos marcando a reunio dos governadores aqui para Belo Horizonte, nos prximos dias, hoje mesmo falei por telefone com o governador Geraldo (Alckmin), estou falando com todos os outros, o objetivo discutirmos temas administrativos comuns e, ao mesmo tempo, temos, claro, tambm uma conduta poltica que fortalea o partido, ao nvel nacional e nas regies onde ele teve um desempenho pior eleitoral. Ento, acho que o momento esse, ainda no de pensar em procedimentos e metodologias, que 2014 ainda est um pouco longe.
    E discusso sobre provvel volta de CPMF, governador. O que o senhor acha, isso vai ser tratado nessa reunio dos governadores tambm?
    Acredito que no. O tema j ficou bem claro. Em relao aos governadores do PSDB, contrrios ao tema da CPMF e sempre favorveis reforma tributria, o que nos parece mais urgente. Em matria, hoje, tributria no Brasil, uma reforma que d aos estados uma condio financeira melhor do que temos hoje, dando mais equilbrio federao. Ento, isso certamente pode voltar a ser discutido nessa reunio dos governadores, mas, estamos imaginando. Estou trocando ideias com os nossos colegas para termos tambm alguns assuntos tcnicos comuns de polticas pblicas.
    Governador, tem uma ideias, do PSDB, tambm, que, ao invs de ter um presidente do PSDB, teria um colegiado para poder comandar o partido, contemplando as alas da legenda. O que o senhor acha, o senhor acha que uma boa?
    Li pela imprensa. De fato, acho que a essa altura, devemos aguardar essas definies ainda sem muito aodamento, sem muita pressa. O processo sucessrio no partido vai se dar nesse semestre e eu tenho certeza que o partido vai reafirmar, nesse momento, sua unidade. Acho que, por ora, isso.
    J que 2014 est longe, 2012 j o ano que vem. O senhor defende que o PSDB tenha um candidato prprio para a Prefeitura de Belo Horizonte?
    Em primeiro lugar, o PSDB participou de maneira muito ativa da eleio do prefeito Marcio Lacerda, est na administrao do prefeito Marcio Lacerda. Na minha opinio, o prefeito Marcio Lacerda faz uma excelente administrao, alis, opinio partilhada pelos belo-horizontinos e pelas pesquisas de opinio. Ento, naturalmente, esse um dado da realidade, que vai ser considerado no momento oportuno. Agora, qual ser o desenho partidrio, as composies, as alianas que vo se dar em 2012, eu acho que s em 2012 mesmo que vamos ter esse perfil melhor.
    O senhor v a possibilidade de uma reedio dessa dobradinha to exitosa, como o senhor est dizendo, do PSDB com o PSB do Marcio Lacerda, o PSDB, quem sabe, indicando um vice?
    Ningum podia imaginar, em 2007 - um ano antes da eleio de 2008 -, que teramos a eleio que levou o prefeito Marcio Lacerda Prefeitura. Alis, na mesma poca que estamos agora, em 2007, Marcio Lacerda era secretrio de Desenvolvimento Econmico e no cogitava sequer ser candidato a prefeito de Belo Horizonte. Ento, s por isso j se percebe que a antecedncia nem sempre boa conselheira. Agora, no ha dvida que o PSDB tem uma relao muito boa com o PSB, no s aqui em Minas temos dois secretrios de Estado, a bancada estadual nos apoia, os deputados federais igualmente da mesma forma no mbito nacional, da boa relao do senador Acio com o presidente nacional do PSB, com lideranas importantes do PSB, que um partido sempre respeitado e que tem uma bela vitrine, aqui, administrativa, que o prefeito Marcio Lacerda. Eu acho que as conversas vo sempre continuar avanando pelo ano adentro.

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    Tera-feira, Maro 15, 2011

    Entrevista Programa JCamaral entrevista o especialista em recursos humanos Anuar Mattar.



               


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    Quarta-feira, Maro 16, 2011

    Exclusivo: Programa Joo Carlos Amaral entrevista o novo presidente da ACMinas, empresrio Roberto Fagundes



    O Talk Show mais inteligente da TV Mineira vai ao ar s 20:30 desta quarta-feira na REDE SUPER.
    No cabo em BH pela Net, canal 23.
    Na internet www.redesuper.com.br Espero voc!


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    Sbado, Maro 19, 2011

    Entrevista Programa JCAmaral com o novo presidente da SEM (sociedade mineira de engenheiros) Ailton Ricaldoni.

     
               

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    Quinta-feira, Abril 14, 2011

    Falem governador Anastasia, prefeito Mrcio Lacerda e secretrio da Copa, Srgio Barroso.


    Osvaldo Afonso/Secom MG
    Presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o governador Antonio Anastasia
    Presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o governador Antonio Anastasia

    Evento: 1
    Seminrio sobre o Fifa Fan Fest
    Local: Belo Horizonte (MG)
    Assuntos: Copa do Mundo de 2014,
    Fifa Fan Fest,
    investimentos em obras na capital,
    Aeroporto de Confins
    e Mineiro

    Diante da possibilidade da fan fest, pode ter, quem sabe, uma fan fest no interior de Minas, a inteno essa?
    Bem, em primeiro lugar, queremos agradecer muito a realizao desse seminrio em Belo Horizonte, cumprimentar o comit organizador aqui da capital, na pessoa do prefeito e do Tiago (Lacerda), ao secretrio Srgio Barroso, e dizer que pra ns uma honra a realizao de um evento dessa magnitude em Belo Horizonte. Segundo, a Fifa, naturalmente, apresenta a Fan Fest como uma realizao importante. Alm dos jogos, realizados dentro dos estdios por bvio, a Fan Fest se reflete numa participao popular mais efetiva, que, como foi dito na reunio e todos sabemos, o nmero de ingressos colocados venda, naturalmente, muito menor do que as pessoas que querem assistir. Ento, em eventos muito bem organizados j no passado, em Seul, posteriormente na Alemanha, na frica do Sul, e agora no Brasil, teremos uma participao popular muito mais efetiva durante os jogos. No s os jogos realizados nas sedes, mas tambm realizados nas demais sedes. Evidentemente, os comits e as organizaes locais vo discutir com a Fifa a possibilidade de estender esse tipo de evento para um nmero maior de cidades dentro de circunstncias que vo ser debatidas. Aqui est sendo dado o primeiro passo talvez, o primeiro pontap da rea de marketing e eventos da Fifa para discutir com os estados e as cidades como vai funcionar. Mas j h toda uma estrutura que veio das copas anteriores, mas temos certeza que ao ser realizado no Brasil esse modelo de Fan Fest, at pela personalidade alegre, expansiva e extrovertida do brasileiro, vamos ter aqui um movimento muito positivo.
    Mas o senhor, dentro do programa de vocs, tem esse objetivo de estender para o interior se for possvel?
    Claro, no h dvida. Temos reiterado isso de maneira muito enftica, o secretrio Srgio Barroso o responsvel, inclusive das chamadas sub-sedes, para que as cidades do interior de Minas tenham condies tambm de receber previamente selees que vo se preparando para os jogos e com a estrutura necessria e, claro, para o acompanhamento dos jogos tambm. Que as pessoas muitas vezes do interior no vo poder se deslocar para a capital ou para as outras cidades. Ento, vamos levar tambm esse tipo de evento para permitir uma participao maior. Como dito exausto no evento l em cima, a palavra mais repetida, em ingls, unique, singular, nica, uma oportunidade, de fato, rara na vida das pessoas, de participar de um evento como esse.
    O senhor aproveitou a oportunidade para falar com ele que cronograma aqui est tudo ok? O que vocs conversaram?
    Houve um encontro muito informal prvio, ns todos juntos, e, naturalmente, sempre reiteramos ao comit organizador local e tambm Fifa que, felizmente, Belo Horizonte est dentro dos cronogramas, sempre se oferecendo para realizao de eventos como esse que estamos tendo a honra de receber aqui em Belo Horizonte representantes dos outros estados e das outras capitais e do governo federal. Mas o mais importante a nossa luta permanente para ter aqui a abertura da Copa do Mundo, que uma pretenso nossa, j sabida, e deixar nossa sede, como a sede que seja considerada a que seja a melhor sede da Copa do Mundo no Brasil em 2014.
    Governador, o Fan Fest que foi feito durante a Copa da frica fez um pr-Fan Fest aqui em Belo Horizonte. Ele foi dividido em duas partes. O primeiro Fan Fest, em 2002, na Coria, eu me lembro em Seul que a grande fora dele era um Fan Fest no centro de Seul, que levava quase 2 milhes de pessoas. Eles passaram para vocs os estudos, porque que Seul conseguiu esse nmero que a Alemanha no conseguiu? Se por causa dessa diviso dentro do prprio pas ou se por causa da carncia de futebol do pas?
    Isso, com certeza, durante o seminrio que comea agora propriamente dito, fizemos s a abertura, todos esses assuntos sero levantados, feitas as ponderaes. Agora, eu acredito, a minha opinio pessoal, no estou falando aqui pelos organizadores, que no Brasil, pela caracterstica do brasileiro, pela nossa paixo absoluta pelo futebol, acho que a Fan Fest ser um sucesso estrondoso. Alis, como j aconteceu tambm nas Fan Fests realizadas aqui nas copas fora do Brasil, como aconteceu em Copacabana, em 2010, na Copa de 2010. Ento, estou muito animado, eu acho que vai ser um sucesso.
    Prefeito Marcio Lacerda
    O senhor j trabalha com um nmero de pessoas participando em Belo Horizonte?
    Estamos ainda em uma fase preliminar em relao Fan Fest, no sei se teremos uma, duas ou mais, portanto, seria um pouco prematuro adiantarmos definies mais precisas em relao a isso. Tivemos a Fan Fest na Praa da Estao e no Parque JK, naturalmente, para a Copa realizada no Brasil precisaramos de algo de dimenses maiores. Portanto, eu no queria adiantar, fazer especulaes em relao a isso, mas a partir de agora vamos em funo naturalmente  das definies, das diretrizes que sarem desse encontro,  vamos junto com o Governo do Estado debruarmos sobre esse  assunto, para termos de fato Fan Fests ou Fan Fest aqui altura da importncia que daremos Copa do Mundo.
    Prefeito, essa deciso exclusivamente do governo estadual e municipal ou esse nmero de Fan Fest em Belo Horizonte tem que ter o aval da Fifa?
    Certamente, porque teremos a participao financeira de patrocinadores, da Rede Globo, tal como foi dito agora h pouco pelo senhor Thierry e a deciso tem que ser partilhada, como inclusive foi em 2010, na nossa Fan Fest, no foi uma deciso exclusiva da prefeitura ou do Governo do Estado.
    Mas h uma pretenso de expandir essas festas para as regionais at mesmo pela questo da mobilidade, a cidade vai estar recebendo muitos turistas...
    Como eu disse, ter que ser uma deciso compartilhada, um debate envolvendo todos os interessados. Diria que estamos agora comeando o jogo. Penso que daqui a seis meses j poderemos ter uma definio mais clara.
    Comeando o jogo, Beag consegue a abertura da Copa?
    Olha, podemos j afirmar que Belo Horizonte ter papel importante na Copa das Confederaes, em funo, naturalmente, do bom andamento dos nossos projetos. Em relao abertura, para sermos bastante francos e diretos, se So Paulo no se habilitar, o que est parecendo difcil, pelo menos at agora, Belo Horizonte ser um competidor importante na questo da abertura.
    Secretrio Srgio Barroso
    A questo do Mineiro, o cronograma est tudo ok. Mas o problema serssimo a questo da Infraero, questo do aeroporto e mobilidade urbana, como que est isso?
    Eu no acredito que tem um problema serssimo. Acho que a questo da licitao do Terminal 1 est saindo...
    Mas o questionamento o terminal 2.
    No, bom a gente esclarecer que queremos o Terminal 1 e o Terminal 2. Mas o Terminal 1 estando pronto para a Copa do Mundo suficiente para a demanda. Queremos ter o Terminal 2, ou uma parte do Terminal 2 tambm pronto para a Copa, mas no necessariamente, mandatrio que isso acontea. O importante terminar o Terminal 1 at outubro de 2013.
    No Rio, a obra do Maracan acabou de ter um acrscimo no valor dela, que no estava previsto, por causa dos tombamentos de fachada, no Mineiro prev isso. Tem algum risco de aumentar o valor?
    No Mineiro no vai haver aumento de valor, porque no Mineiro, esse trabalho foi feito em 2009 e 2010. Foi tudo bem planejado, bem estruturado. Ento, no vai haver aumento nenhum de valor de obra no Mineiro.
    de quanto a obra?
    R$ 654 milhes para essa fase. A terceira fase para concluir o estdio. E vai ser entregue em dezembro de 2012 para a prtica esportiva a partir de 2013.
    Qual vai ser a obra na fachada do Mineiro?
    A obra na fachada do Mineiro apenas uma obra de ajustes, porque a fachada do Mineiro uma fachada tombada pelo patrimnio histrico ento o que vocs esto vendo ali no vai mudar, em termos de fachada. Claro que vai haver uma grande transformao. Os arcos da fachada vo permanecer como esto.
    A gente, confesso que na Copa da Coria, das trs que participei e vi de perto, parece que teve uma nova organizao mais forte do que a da Alemanha e, por ltimo, agora, da frica. Na frica, por exemplo, o principal estdio, ele ainda do lado de fora no tinha acabamento nenhum. A gente, os jornalistas tinham que passar no meio da terra para poder chegar ao estdio. Belo Horizonte estava l e a gente percebeu a presena forte do comit l. Belo Horizonte est preparada para fazer uma das maiores copas do mundo e outra, o qu que Belo Horizonte faz hoje e qual que o planejamento para o seu principal carto postal que est anexo ao Mineiro, que a Pampulha? 
    Marcio Lacerda
    Em relao Pampulha, apresentamos ao Governo Federal, no final do ano passado, at por demanda do Governo Federal, as cidades apresentaram suas demandas de financiamento para infraestrutura turstica. Ento, apresentamos um projeto bastante detalhado, minucioso, com muitas intervenes na cidade no sentido de melhorar a infraestrutura turstica, eu diria at a aparncia da cidade, totalizando mais de R$ 400 milhes. Desse total, cerca de 100 a 120 milhes seriam aplicados na Pampulha e no seu entorno. Ento, estamos aguardando essa definio do Governo Federal na questo da infraestrutura turstica. Eu tenho at uma reunio amanh com o ministro dos Esportes, Orlando Silva, em funo de eu ter sido eleito vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos, na semana passada, para os assuntos de Copa do Mundo. Ento, eu j, inclusive, essa semana entrei em contato com todas as prefeituras, pedindo sugestes para uma pauta dessa conversa com o ministro amanh, j como preparao de um encontro que as cidades e os Estados tero com a presidente Dilma, brevemente. Ento, essa questo do turismo o Governo Federal ainda no se posicionou, eles esto numa fase, certamente, de ajustes das contas do BNDS, da Caixa, do prprio Tesouro, mas certamente teremos uma definio brevemente e a Pampulha ser uma das nossas prioridades se tivermos que escolher entre os 400 milhes, o que essencial para Belo Horizonte.
    Prefeito, o senhor falando, o senhor assume essa questo da Frente Nacional dos Prefeitos, Minas Gerais, em Belo Horizonte, fazendo o dever de casa, mas quem faz a Copa do Mundo o Brasil. O prprio ministro Orlando Silva numa audincia pblica na sede do XX, disse que se as obras atrasarem a Copa do Mundo corre risco, 70% das obras teriam que comear este ano. Como que fica para quem est fazendo o dever de casa olhar para o lado e ver que as coisas no esto andando nos outros Estados da mesma forma, j que se eles no fizerem corretamente no tem jeito, o Brasil que vai ficar com uma imagem ruim.
    , exatamente como estvamos falando de imagem do Brasil, ns como brasileiros temos que ter uma solidariedade entre as capitais e os Estados, ajudarmos uns aos outros para que todos cumpram a sua misso e tenhamos uma boa Copa do Mundo nas 12 capitais. Reunies j tm acontecido entre as cidades, a ltima foi aqui em Belo Horizonte, na segunda quinzena de maro, onde uma srie de aes foram combinadas entre as cidades e os estados, portanto, estamos todos trabalhando. Agora, cedo tivemos uma boa notcia que Natal, que uma cidade que estava atrasada em relao ao estdio, o contrato de parceria vai ser assinado na prxima sexta-feira. Ento, eu acho que essa arrancada est acontecendo. Temos ainda trs anos para a Copa, possvel fazer muita coisa em trs anos, como possvel fazer muita coisa em dois anos para a Copa das Confederaes.
    Governador Antonio Anastasia
    Respondendo sobre o estdio do Mineiro, estamos totalmente tranquilos. A obra est prevista para concluso completa em dezembro de 12. Ento, para a Copa das Confederaes vencer um ano antes. Belo Horizonte tem todas as condies de ser, como o prefeito disse corretamente, uma posio de protagonismo nessa Copa, preparatria da Copa do Mundo. O Mineiro estar no s totalmente completo e mais do que isso, o mais bonito, escutem o que estou dizendo, vai ser o estdio mais bem preparado para a Copa do Mundo em 14. Muito obrigado e vamos trabalhar.

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    Quarta-feira, Abril 27, 2011

    Hoje 23:00


    Nesta quarta (excepcionalmente) s 23:00 pela TV Rede Super
    voc tem encontro com o dr. Eduardo Pinho Tavares,
    um expert em emagrecimento com qualidade de vida.


    Hoje,quarta-feira,   noite
    voc tem encontro marcado
    com JCAmaral na Rede Super!!!
    Edio Especial SADE.

    Assista nesta quarta-feira, s 23:00 horas.
    Talk Show do Joo Carlos Amaral.

     Coloque na sua agenda e assista!!!

    Medicina Ortomolecular.
    O geriatra e gerontlogo, dr. Eduardo Pinho Tavares fala sobre a relao o chamado Procedimento Ortomolecular - conhecida popularmente como Medicina Ortomolecular. Diz tambm que a medicina do futuro est no mapeamento do genoma humano. s questo de tempo... e muito curto para termos novos trtamentos preventivos, de acordo com o mapa gentico de cada um.

                                         Dr. Eduardo
                                                                   Dr. Eduardo Pinho Tavares
    fundador e gestor da 
    Clinlife e idealizador do conceito Life Reveal. Sua larga experincia em Geriatria preventiva (Longevidade Saudvel), Emagrecimento, Reeducao Alimentar e Qualidade Fsica, tornaram-no referncia em programas voltados para promoo da qualidade de vida. Seu trabalho se destaca pela adoo da filosofia de atendimento integrado com seus colaboradores e pela abordagem completa e personalizada dos pacientes.

    Os programas de promoo da sade desenvolvidos por Dr. Eduardo abrangem tanto o histrico e perfil fsico, quanto s caractersticas emocionais dos atendidos. Este cuidado especial com aspectos individuais de cada pessoa desperta nos pacientes o desejo de mudar, abraando uma nova maneira de viver, com mais sade, disposio, bem-estar e beleza.




                  Dr. Eduardo Pinho Tavares mdico geriatra, especialista em Geriatria e Gerontologia pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Psgraduado em Sexualidade Humana, Medicina Ortomolecular (SP) e Medicina Esttica (Sociedade Brasileira de Medicina Esttica); e Ps-graduando em Medicina do Esporte.


    Mais detalhes? Ligue nesta quarta-feira, 23:00
    no canal 23 e confira.
    Saiba tudo nesta quarta noite
    no Talk Show do Joo Carlos Amaral
    na REDE SUPER.

    DETALHE:
    assista pela TV canal 23 cabo 
    ou pela internet.
    s digitar: www.redesuper.com.br

                                                                    

     

    O "Programa Joo Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET,


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    Sexta-feira, Maio 6, 2011

    Como est a publicidade mineira?

    Hoje 9:00 da manh na TV REDE SUPER,
    Talk Show de Joo Carlos Amaral.
    Entrevistado: o presidente do SINAPRO MG,
    Adolpho Rezende.



    Nesta sexta  s 9:00  da manh pela TV Rede Super
    voc tem encontro com o presidente do
    SINAPRO,
    Sindicato das Agncias de Propaganda de Minas,
    ADOLPHO REZENDE,
    que na foto abaixo aparece ao lado do deputado federal Marcus Pestana
    ( ex-secretrio de Sade de Minas), em premiao por campanha criada para a secretaria.



    Deputado federal Marcus Pestana e Adolpho Rezende,
    presidente do SINAPRO MG,
    nosso en trevistado
    desta sexta 9:00 da manh na Rede Super.

    Coloque na sua agenda e assista!!!

    Saiba tudo sobre o mercado da publicidade em Minas,
    nesta quarta noite no Talk Show do Joo Carlos Amaral
    na REDE SUPER.

    DETALHE:
    assista pela TV canal 23 cabo 
    ou pela internet.
    s digitar: www.redesuper.com.br

                                                                    

     

    O "Programa Joo Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET.




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    Sexta-feira, Julho 22, 2011

    Chega ao mercado uma nova mdica veterinria. LVIA CALLAIS GUERRA colocou grau em bonita solenidade que lotou o auditrio mastar do Minascentro,aqui em BH. Os pais dela os jornalistas Suely e Antonio Claret Guerra, junto com o filho Pedro - receberam para uma comemorao un petit comit - no salode festa do edifcio aonde mora a amiga do casal Beth Barros -em Lourdes. Bem, as imagens valem por mil palavras. Desejo sucesso a Lvia!!!




















    A FESTA

















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    Sexta-feira, Novembro 4, 2011

    Fala governador!!!



    GOVERNO DE MINAS
    PRIORIZA GERAO DE EMPREGOS
    E EDUCAO PROFISSIONAL.

    O pai ou a me de famlia, uma vez empregado, melhora a sua sade, a educao dos seus filhos, a sua habitao, h uma melhoria na segurana. Ento, essa deve ser a primeira prioridade dos governos: gerar empregos.
    Governador, uma pesquisa divulgada recentemente pela Fundao Joo Pinheiro mostrou uma queda do desemprego na Regio Metropolitana de Belo Horizonte. O ndice de 6,4% o menor desde a srie histrica iniciada em 1996. Uma promessa da sua campanha era a gerao de empregos. Como o senhor analisa esse resultado?
    Antonio Anastasia: Com muita alegria porque, na realidade, desde a campanha no ano passado, h mais de um ano, eu tenho dito que o meu governo vai se caracterizar e vai se esforar para ser um governo que oferea oportunidades de empregos aos mineiros.
    Porque o pai ou a me de famlia, uma vez empregado, consegue mais alternativas de desenvolvimento na sua famlia. Ele melhora a sua sade, a educao dos seus filhos, a sua habitao, h uma melhoria na segurana. Ento, essa deve ser a primeira prioridade dos governos, e do nosso em especial, qual seja: gerar empregos e permitir empregos para as famlias mineiras.

    E, por isso mesmo, quando ns temos um ndice como esse, que demonstra que a Regio Metropolitana de Belo Horizonte tem o menor ndice de desemprego da srie histrica e a menor do Brasil, isso significa, de fato, que estamos indo no caminho certo. Sabemos que a Regio Metropolitana, no o Estado inteiro, mas aqui temos 25% da populao e um ndice econmico muito expressivo. E claro que vamos continuar trabalhando para que toda Minas receba investimentos de maneira equilibrada para que esses empregos ocorram em todo o nosso territrio.
    Uma das principais aes do Governo de Minas nessa rea o Programa de Educao Profissional, o PEP, que disponibiliza vagas para cursos tcnicos em mais de 100 cidades do Estado. Qual a importncia desse programa, governador?
    Antonio Anastasia: Em primeiro lugar bom lembrar que ns temos hoje oferta, muitas vezes, de novos empregos, de vagas, e para nossa tristeza ns temos as pessoas que precisam do emprego, mas essas pessoas no tm a qualificao tcnica necessria para exercer aquela funo, ocupar aquela vaga. Ento, acaba que essa vaga ocupada por pessoas que vm de fora.

    Por isso obrigao do governo gerar cursos de qualificao profissional de nvel mdio, nvel tcnico, para permitir aos mineiros que tenham a qualificao necessria para ocuparem os empregos de qualidade que esto vindo para o Estado nessa nossa expanso econmica. Por isso, foi concebido, a partir de 2007, esse novo programa, o PEP, Programa de Educao Profissional, no mbito da Secretaria de Estado da Educao, com nmeros j muito expressivos, como foi dito, mas com objetivo fundamental exatamente de atender a demanda dos novos empregos.

    importante observar que ele se faz em parceria com o setor privado e com as instituies filantrpicas comprando vagas. E, em todo o Estado, atendem as determinadas vocaes regionais. Temos tambm parcerias importantes, nesse caso como com a companhia Vale, que fao questo de registrar.  E temos a convico que os nossos alunos do ensino mdio pblico estadual que acompanham e completam o seu Programa de Educao Profissional ficam mais aptos a conseguirem os empregos que a nova economia mineira vem conseguindo gerar.

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    Sbado, Novembro 9, 2013

    Coronel Martins 50 anos





    Nver de 50 anos do coronel Martins chefe do Gabinete Militar do governo no Rancho Fundo.

    A bela famlia do coronel.

    Parabns!!!







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    Domingo, Novembro 17, 2013

    Michelle e Marcelo


    Os noivos Michelle Madi e Marcello no altar da Igreja de N S do Lbano em BH.







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    Domingo, Novembro 17, 2013

    Mantendo a tradio libanesa





    No casamento de Michelle Madi e Marcelo Camargos o momento que os noivos so coroados de acordo com a liturgia libanesa.







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    Segunda-feira, Maro 3, 2014

    Isabela, a mais nova da famlia, com a vov Ana Maria Amaral aniversariando, ao lado do marido Aluisio Barra.


    Foto: Os avs corujas Ana Maria Amaral aniversariante em pleno domingo de carnaval e Aluisio Barra n a Fazenda  Montevidu em Desterro do Mello.

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    Segunda-feira, Junho 16, 2014

    Em Barbacena - no Clube Caa e Pesca - fomos abraar meu irmo Edson Wander Amaral (de blusa verde) que faz aniversario neste sbado, 14 de junho.


    Foto: Em Barbacena - no Clube Caa e Pesca - fomos abraar meu irmo Edson Wander Amaral (de blusa verde) que faz aniversario neste sbado, 14 de junho.

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    Domingo, Julho 12, 2015

    Notcia boa: + cursos de Medicina

    Novos cursos de medicina
    oferecero 2.290 vagas em 36 municpios

    Instituies foram escolhidas por critrios objetivos,
    como qualidade do projeto pedaggico,
    proposta de investimento na rede pblica e plano de implantao de residncia mdica.

    Os novos cursos de medicina criados dentro da estratgia do Programa Mais Mdicos vo ofertar 2.290 vagas de graduao em 36 municpios do pas.

    As cidades contempladas no tm faculdade na rea e no so capitais de estado, o que contribui para a interiorizao do ensino mdico.

    Os ministros da Sade, Arthur Chioro, e da Educao, Renato Janine Ribeiro, anunciaram nesta sexta-feira (10/7) a escolha das instituies de ensino superior (IES) particulares que devem implantar o curso at 2016. A medida faz parte da ampla estratgia de reestruturao do atendimento mdico no pas, que abrange aes na rea de provimento de profissionais, formao mdica e infraestrutura.

    Confira a lista de instituies selecionadas

    O ministro da Sade, Arthur Chioro, enfatizou a relevncia desta parte do Programa Mais Mdicos para as perspectivas de mdio e longo prazo. Ns vivemos, na rea da Medicina, da abertura de novos cursos de graduao, uma transformao extremamente importante, declarou. Hoje ns vivemos um marco: o Mais Mdicos no apenas uma poltica de provimento e garantia na Ateno Bsica. uma medida estruturante da formao mdica no Brasil, completou.


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    Quinta-feira, Abril 14, 2016

    Entrevista empresrio SAULO SERRINHA da SP Inovaes Institucionais. Fala sobre curso para o SAMU.

    Curso terico e prtico
    prepara pessoal para o SAMU Regio Central de Minas
    que rene BH e mais 101 cidades.

    Entrevistado:
    Empresrio Saulo Serrinha (leia-se SP Inovaes Institucionais) deu entrevista para nosso faceblog+blog+twitter sobre o curso de preparao para o SAMU Regio Central que engloba BH e mais 101 cidades da regio com uma populao total de cerca de 8 milhes de pessoas.

    Esto em treinamento e reciclagem durante 9 semanas, mdicos, enfermeiros, socorristas, tcnicos em enfermagem e motoristas que vo atuar e/ou j atuam no SAMU.

    O empresrio Serrinha nos disse que o curso do SAMU foi idealizado pela Secretaria Estadual de Sade em convnio com o Consrcio Intermunicipal de Sade Aliana - presidido pelo prefeito de Lagoa Santa, mdico dr. Fernando.

    A empresa presidida por ele, Saulo Serrinha, a SP Inovaes Tecnologicas com apoio do Instituto Iniciativa Global montou no Hotel Encore/Ramada em BH, toda a estrutura do curso onde so treinados por semana cerca de 200 alunos.

    Objetivo:
    Segundo Saulo Serrinha o principal objetivo do curso do SAMU a regionalizao do atendimento Mvel Ambulatorial Pr-Hospitalar.

    Os profissionais esto sendo treinados ou reciclados atravs de aulas tericas e prticas com cenas reais de simulao de um acidente.

    So treinadas todas as tcnicas de imobilizao do paciente de um acidente.

    Ele destaca a importncia deste treinamento lembrando que nos primeiros 14 minutos fundamental a atuao do pessoal do SAMU para que a vida do acidentado seja salva.
    So os primeiros e importantes procedimentos antes da pessoas ser levada pelo SAMU para um hospital.

    Aulas com cenas reais de um acidente:
    As aulas prticas com a simulao de atendimento a acidentados so aos sbados e domingos aempre de 8:00 da manh s 18 horas.

    *So cenas timas para reportagens de TVs - porque servem de orientao para a populao - concluiu o
    Empresrio Saulo Serrinha.


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    Segunda-feira, Junho 10, 2019

    Talk Show JCA | Entrevista com Andr Merlo Prefeito de Governador Valadares



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