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    Sábado, Dezembro 3, 2011

    Artigo Especial


    A crise somos nós


    Aqui mesmo, no Brasil, onde a reforma da Previdência é sempre adiada, a aposentadoria feminina é conquistada cinco anos antes da masculina e, no entanto, em cada 10 casos de viuvez, oito são do sexo feminino


    Texto: Wagner Gomes
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    Wagner Gomes - Administrador de empresas





    Será que o mundo está em busca da autodestruição? As relações que hoje compõem o pacto social tornaram-se extremamente exigentes, em termos financeiros. Os impostos que as sociedades geram são insuficientes para garantir as benesses conquistadas pelos seus beneficiários. A assistência generalizada, nos moldes em que assentada, está empobrecendo as nações. O envelhecimento da população faz com que, cada vez mais, menos pessoas economicamente ativas estejam contribuindo para sustentar aquelas já em idades mais avançadas. Estamos criando um passivo para as gerações futuras.

    Em troca, o que se propõe? Orçamentos deficitários brotam nos parlamentos, pródigos em promover orgias de irresponsabilidades fiscais para, em seguida, sangrar os contribuintes que ainda criam riquezas, penalizando-os com novos e crescentes impostos. Esse sistema, mal dimensionado, está implodindo por esgotamento sufocante das fontes de financiamento. Exceto... Na China, onde a condição desumana de subemprego torna sua economia, hoje, a mais competitiva do mundo.

    A Grécia, por exemplo, tem um cipoal de benesses concedido aos seus cidadãos que provoca arrepio nos países que integram a zona do euro. Aqui mesmo, no Brasil, onde a reforma da Previdência é sempre adiada, a aposentadoria feminina é conquistada cinco anos antes da masculina e, no entanto, em cada 10 casos de viuvez, oito são do sexo feminino. A força motriz da economia mundial está centrada, exatamente, na ausência de uma lógica que a faça mover com consistência.

    A maior parte do PIB mundial deveria ser retroalimentada pelo consumo sustentável das famílias, mas o que se observa é que ele se move pelo crédito, fazendo com que as pessoas se endividem indefinidamente – em geral, para comprar aquilo de que não necessitam. Logo, a tendência é a de que o crédito deixe de ser disponível na abundância em que ainda se encontra e, em seguida, o consumo entre em colapso.

    De uma forma erudita, poder-se-ia inferir que é preciso resgatar um novo ordenamento econômico, onde a disputa na sociedade se desenhe no plano de valores plenos, permitindo que a complexidade das circunstâncias concretas minimize o desenvolvimento desigual das relações sociais. Ou no popular: só se pode gastar o que se arrecada. É sempre bom ter em mente que a civilização só é viável com a imposição de limites aos desejos e condutas individuais, ainda que, em alguns casos, persista o impulso de se acreditar em uma visão da história, movida a conflito, que nos assegure uma destruição, paradoxalmente, criadora. 

    Os tempos estão mudando e, até aquilo que o jargão denomina mercado, passou a perceber que o mar não mais está para peixe e que a economia mundial está por um fio. De repente essa percepção passou a ser uma unanimidade, ainda que o Nelson Rodrigues, in memoriam, continue acreditando que toda unanimidade seja burra, no que eu discordo, exatamente por concordar com ele.

    A situação fiscal do mundo se agrava a cada dia e governantes são desalojados do poder em nome da governabilidade. Mas o dólar segue firme e forte, enquanto o caos econômico ameaça países, bancos, empresas e empregos. Ainda assim a esperança não se dissipa. A história precisa de certo distanciamento que só o tempo proporciona. Precisa conhecer os desdobramentos daquilo que ela observa ao longo dos séculos. Por isso mesmo, é preciso dar tempo ao tempo.


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