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    Domingo, Maio 4, 2014

    ARTIGO ESPECIAL. Para Ler e Pensar!!!


    Assunto: COMPETITIVIDADE
    AUTOR: Olavo Machado Jr
    Presidente da FIEMG

    Três palavras, muito importantes pelo que representam para o setor produtivo, sintetizam a filosofia de trabalho e o norte de atuação do Sistema Fiemg nos últimos anos: sustentabilidade, inovação e competitividade. É nesse contexto que se insere o programa que estamos iniciando na área da saúde e segurança do trabalho. Nosso objetivo é o de contribuir para que as empresas industriais de Minas Gerais, sobretudo as de pequeno e médio porte, se preparem para entender e cumprir a legislação que rege a questão, adequando-se, desta forma, às exigências dos órgãos fiscalizadores.

    É um tema complexo, uma vez que muitas destas exigências acabaram por perder o sentido: por terem sido criadas com base em condições de trabalho que não condizem mais com a realidade em razão de avanços tecnológicos, por mudanças culturais e até em função da comunicação deficiente com empresários e trabalhadores, comprometendo o entendimento das normas. Com o programa, esperamos ajudar a esclarecer e criar condições de aplicabilidade das normas reguladoras ou até chamar atenção para aquelas que precisam ser corrigidas.

    Este, na verdade, é o ponto de partida para também entendermos que boas práticas no campo da saúde e segurança do trabalho são instrumentos poderosos de estímulo à modernização dos processos produtivos. Para atingir este objetivo, as empresas, obrigatoriamente, também passam pela via da inovação e desenvolvimento tecnológico, o que as conduz ao aumento da produtividade e a produtos de maior valor agregado. Por estes caminhos, amplia-se a competitividade de nossas empresas e, via de consequência, a conquista de mercados.

    O tema exige a atenção e o engajamento das empresas, dos empresários e dos trabalhadores. No total, são 36 NR’s (Normas Regulamentadoras) a dispor sobre os mais diversos assuntos – meio ambiente, brigada de incêndio, ergometria, segurança em máquinas e equipamentos, entre muitas outras. O primeiro passo é conhecer e entender cada uma destas “NR”, pois as exigências são muitas. Muitos também são os argumentos que justificam o Programa Indústria Segura. Em primeiro lugar, é preciso entender que ele cria um ambiente seguro para os trabalhadores, o que contribui para melhorar as condições de trabalho e leva ao aumento da produtividade.

    As estatísticas sobre o tema são preocupantes, uma vez que acidentes no trabalho reduzem a produtividade e a competitividade das empresas: todos os anos, cada um dos 4,9 milhões de acidentes que ocorrem no país resulta em mais de três dias de falta ao trabalho; o país – governo e empresas – gasta R$ 14 bilhões anuais em função dos acidentes no trabalho; a cada 3,5 horas um trabalhador morre no país em razão de acidentes no trabalho; o Brasil ocupa o 4º lugar no ranking de acidentes no trabalho. Além disso, o custo dos acidentes de trabalho e doenças profissionais representam, na maioria dos países, entre 2,65% e 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

    Por sua importância estratégica para a indústria, “Saúde e Segurança do Trabalho” é o tema central do Plano de Desenvolvimento Industrial e Regional – o Projeto Rotas para o futuro -, que está chegando, este ano, à sua 4ª edição. Realizado em parceria com o Sebrae-MG e com o Governo do Estado/Fundação João Pinheiro, a proposta é apresentar aos empresários as normas, ações, tendências e inovações em saúde e segurança do trabalho. Em cada uma das cidades incluídas no roteiro, são promovidos debates com lideranças empresariais, centros de conhecimento, estudantes universitários, além de entidades de classe e governamentais.


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